A explicação para a decisão de arbitragem mais estranha de sempre

Expulsão e livre indireto no Maccabi-Zenit

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Será esta a decisão de arbitragem mais estranha de sempre?

Há pouco deve ter visto um lance muito bizarro que aconteceu no Maccabi-Zenit, em que o árbitro eslovaco Ivan Kruzliak expulsou um jogador da equipa da casa, Eli Dasa, embora tenha considerado que este não fez falta, e assinalou um livre indireto.

Ora esta decisão tem explicação aos olhos das alterações às leis de jogo que entraram em vigor nesta temporada, como explica Marco Ferreira, antigo árbitro internacional e colunista de Record. É que, na origem da jogada, o mesmo jogador tinha feito uma falta a meio-campo que era merecedora de cartão amarelo. O árbitro deu a lei da vantagem e a jogada prosseguiu até que o mesmo Eli Dasa surgiu dentro da área a cortar um cruzamento perigoso.

"Ao contrário do que acontecia antes, em que o amarelo só era exibido na primeira interrupção, agora os árbitros têm indicação para interromper a partida caso o jogador infrator tenha intervenção no jogo, seja jogando ou disputando a bola ou interferindo com um adversário. Foi o que aconteceu", resume Marco Ferreira. Por isso, o jogo foi interrompido e, como mandam as regras, recomeçou com um livre indireto.

O único erro do árbitro foi ter dado lei da vantagem no lance a meio-campo, pois em casos de expulsão ou duplo amarelo deve interromper de imediato a partida para dar a ordem expulsão. A exceção a esta regra é caso "se trate de uma clara oportunidade de golo", como está na Lei 12.

Neste caso, é possível que o árbitro da partida não se tenha apercebido no momento da falta que Eli Dasa já tinha um amarelo e, por isso, mandou prosseguir a partida. Quando teve de interromper o jogo, concluiu que devia expulsá-lo.

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