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Mourinho: «Tinha saudades do meu filho atrás do banco»

José Mourinho não escondeu a emoção mal soou o apito final.

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Conseguida a presença do Manchester United na final da Liga Europa - após empate a um diante do Celta de Vigo -, José Mourinho não escondeu a emoção mal soou o apito final. Dirigiu-se à bancada e, com um forte abraço, celebrou com o seu filho José Mário, que esta noite lá estava, no lugar 'habitual' de outros tempos, a seguir o encontro. Uma presença da qual o técnico admite ter sentido saudades ao longo de 2016/17, uma época que aponta como "estranha".

"O que me passa pela cabeça... Tem sido um ano estranho para mim, porque pela primeira vez não estou com a minha família. Passa pela minha cabeça que tinha saudades do meu filho atrás do banco; que tenho saudades da família no dia a dia. A minha recompensa é voltar a estar numa final europeia, sete anos depois, de um ano de sacrifício a esse nível. Digo sempre é mais difícil apanhares um gigante em queda e voltar a colocá-lo de pé, do que apanhar um homem normal, mas com todas as condições para se tornar num gigante. Já me aconteceu noutro clube e este é um dos difíceis", disse o técnico português, em declarações à SIC Notícias. 

Sobre o jogo e o sofrimento que se viveu em Old Trafford perante a ameaça de um golo que forçasse o apuramento, Mourinho admite que começou a ver esse 'filme'... no final da primeira mão. "Comecei a ver o sofrimento a seguir ao primeiro jogo, onde podíamos ter ganho por 4-0 ou 5-0 e acabámos por deixar a eliminatória aberta. Começa o sofrimento e já o conheço. Quando jogamos be, quando temos oportunidade e não marcamos... Quando não jogamos bem, sofremos. Foi o que aconteceu. No primeiro estivermos muito bem. Hoje o Celta foi melhor. Foi mentalmente mais desinibido e atrevido, sentiu menos pressão e na segunda parte arriscou tudo. Criou-nos imensas dificuldades. Foi na base do sofrimento e da luta. Foram 14 jogos, que nos hipotecaram as hipóseses na Premier League, mas que nos deixam numa final", frisou.

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