Pedro Proença à procura de apitar a grande final
Noumandiez Doué e Enrique Osses têm a mesma ambição...
Além da presença de Pepe, Fábio Coentrão e Cristiano Ronaldo, os adeptos portugueses terão outro ponto de interesse neste Mundial de Clubes. O árbitro Pedro Proença será hoje o 4.º árbitro do jogo de estreia mas espera, coadjuvado pelos assistentes Bertino Miranda e Tiago Trigo, dirigir a grande final do Mundial de Clubes, agendada para o dia 20 de dezembro, no Estádio de Marraquexe.
Refira-se que o trio de árbitros portugueses já se encontra em Marraquexe desde a passada quarta-feira, onde participou numa ação de planeamento do campeonato, a par dos restantes cinco trios de arbitragem escolhidos para o efeito.
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E se Pedro Proença é visto como o mais forte candidato para apitar a final, a verdade é que tem pelo menos dois concorrentes de peso para o efeito. Nada mais do que o costamarfinense Noumandiez Doué, que dirigiu duas partidas do Mundial’2014, no Brasil, e o chileno Enrique Osses, que esteve na Taça das Confederações de 2013, igualmente no Brasil.
História contra si
Em 10 edições do Mundial de Clubes, contando com a experimental em 2000, apenas duas finais foram dirigidas por árbitros europeus: precisamente na estreia, pelo holandês Dick Jol, e em 2012 pelo turco Çuneyt Çakir. Pedro Proença tem, por isso, a história contra si, pois a probabilidade maior é que o juiz da final não seja europeu. Mas lá diz o ditado que não há duas sem três...
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