Do "pacto de sangue" à derrota: Agnelli volta atrás e diz que Superliga não tem pernas para andar

Um dos rostos da competição assume que saída dos clubes ingleses complicou o avanço do projeto

• Foto: Action Images

Depois de ter depositado toda a confiança no projeto, Andrea Agnelli reagiu esta quarta-feira em declarações à Reuters à saída dos seis clubes ingleses da Superliga Europeia, afirmando que a competição europeia de clubes não tem pernas para andar. "Para ser franco e honesto, não [é possível continuar]. Evidentemente, esse não é o caso", atirou o presidente da Juventus.

Esta quarta-feira, o jornal italiano 'La Repubblica' publicara uma entrevista onde o dirigente italiano, um dos responsáveis pelo projeto que tem dado dores de cabeça à UEFA e FIFA - juntamente com Florentino Pérez (presidente do Real Madrid) e Ed Woodward (ex-diretor-executivo do Manchester United -, assumia que a Superliga Europeia ia "seguir em frente". Agnelli reforçou ainda a ligação entre os restantes clubes fundadores 'sobreviventes', afirmando existir "um pacto de sangue" entre os mesmos.

Mas este cenário viria a sofrer alterações... e bem significativas. Também esta quarta-feira [e seguramente depois de uma noite mal dormida], o presidente da Vecchia Signora mudou radicalmente o seu discurso, mostrando que o projeto da Superliga Europeia não tem efetivamente a força que os seus responsáveis diziam ter.  

Por Sérgio Magalhães
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