Superliga Europeia: Javier Tebas deu o alarme

Mal soube que o Barça ia aderir, o líder de La Liga avisou Ceferin e este iniciou o contra-ataque

• Foto: EPA

A Superliga durou 48 horas muito por causa de Javier Tebas, o homem que avisou Aleksander Ceferin, presidente da UEFA, da iminente revolta dos 12 clubes. Segundo o ‘NY Times’, tudo começou numa refeição na quinta-feira (três dias antes do nascimento da prova) entre o líder de La Liga e Joan Laporta.

O novo presidente do Barcelona confessou a Javier Tebas que se preparava para aderir à Superliga, o que fez soar o alarme. O líder de La Liga contactou logo Aleksander Ceferin, o qual começou a preparar o contra-ataque. Depois foi esperar pela pressão do governo e fãs ingleses. A Superliga desmoronou-se, tendo agora dois elementos, Real Madrid e Barcelona (irá analisar a situação antes de tomar a decisão). Desde então, Aleksander Ceferin recebeu, via telemóvel, mensagens de arrependimento dos rebeldes. Perdoou-os, mas exigiu que não tentem nova ‘golpada’.

Javier Tebas, esse, lançou um novo ataque a Florentino Pérez, líder do Real Madrid e Superliga. “A Superliga está morta, diluiu-se como um cubo de açúcar. Sem ingleses, alemães e franceses, é só um torneio binacional. Quem diz que a Superliga foi criada para ajudar o futebol ou está a mentir ou está equivocado. Florentino mente ou está equivocado... presumo que não ande equivocado. A Superliga não estava formada num sistema de pirâmide. Não sei de que figura geométrica falava Florentino, mas de uma pirâmide não era certamente. Era mais uma varanda, uma Superliga de Power Point”, vincou.

Antecipar a nova Champions

A UEFA equaciona antecipar o arranque da nova Champions (36 clubes), inicialmente previsto para 2024. Porquê? Para desarmar o argumento de Florentino Pérez, que justificou o nascimento da Superliga com o facto de se nada for feito... os clubes morrerem antes de 2024. Embora seja complexa, a ideia é ‘puxar’ a nova Champions para 2022 ou 2023. Todavia, há quem considere possível implementá-la já em 2021/22.

Invasão no Man. United

O Manchester United continua em polvorosa, apesar de já ter anunciado o abandono da Superliga. Um grupo de fãs dos red devils invadiu o centro de estágios e exigiu que a família Glazer deixe de ser a proprietária do clube. 

Por Nuno Pombo
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