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Entidade defende que o futebol deve a sua "longa e bem-sucedida história" aos princípios do equilíbrio competitivo e da solidariedade financeira
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A FIFA anunciou esta quinta-feira que irá analisar com a UEFA e com os seus restantes membros a decisão da justiça europeia, que considerou abusiva a sua intervenção na Superliga de futebol, lembrando a importância do mérito desportivo.
Na sua página na rede social X, a FIFA refere que só comentará a decisão Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) depois de a analisar com a UEFA, com as restantes confederações e federações-membro.
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No entanto, a FIFA defende que o futebol deve a sua "longa e bem-sucedida história" aos princípios do equilíbrio competitivo e da solidariedade financeira, e lembra "a estrutura hierárquica da modalidade, sustentada pelo mérito desportivo".
"A FIFA, as confederações e as associações membros continuarão a promover no futuro o interesse de todos os adeptos do futebol em todo o mundo", indica ainda o organismo.
O mais alto órgão administrativo da UE considerou hoje que a UEFA e a FIFA abusaram da sua "posição dominante" na sua ação contra a criação da controversa Superliga de futebol.
Esta é uma decisão que não permite recurso e que deve ser aplicada pelo tribunal espanhol que está a apreciar o caso, em resposta à denúncia apresentada em abril de 2022 pelas empresas gestoras do projeto desportivo - A22 Sports Management e European Super League.
Entretanto, a UEFA rejeitou hoje que a decisão do TJUE valide a criação da Superliga de futebol, reconhecendo que esta aponta às lacunas nas autorizações de competições.
Real Madrid e FC Barcelona são os resistentes entre os 15 fundadores do projeto original - apesar de só terem sido revelados 12 -, que preconizava uma competição com 20 clubes, que foi contestada por diversos quadrantes, desde as estruturas da modalidade até aos governos nacionais, passando pelos próprios adeptos.
Em outubro de 2022, foi criada a empresa A22, promotora do projeto, que readaptou o plano inicial, em fevereiro de 2023, sob novos princípios e um modelo com 60 a 80 clubes, que fosse aberto, sem membros permanentes e alicerçado no mérito desportivo.
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