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O regime da Guiné Equatorial, presidido pelo controverso Teodoro Obiang – que está no poder desde... 1982 –, tem sido alvo de muitas críticas por aceitar a organização da prova em substituição de Marrocos, mas quer fazer da competição um sucesso. Encher os estádios é uma prioridade, e face à pobreza da maioria dos habitantes do país, o dirigente máximo da nação decidiu comprar 40 mil bilhetes para oferecer aos seus súbditos. “Temos de tornar este evento monumental. Por isso, temos de comprar os ingressos para encher os recintos. Deixem os ricos ajudar os pobres”, justificou Obiang, que adquiriu 10 mil bilhetes em cada uma das sedes, gastando um total de 30 mil euros. O governo decidiu ainda reduzir em duas horas o período de trabalho dos funcionários públicos nos dias em que há jogos.
Vizinhos apoiam
Por outro lado, a Guiné Equatorial conta também com a ajuda do vizinho Gabão – organizaram juntos a CAN’2012 –, que cedeu 20 autocarros para o transporte das 16 seleções, enquanto Angola e Zimbabué enviaram polícias para ajudarem na segurança.
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