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Após vários avanços e recuos e múltiplas indecisões, a Confederação Africana de Futebol (CAF) resolveu entregar a organização da Taça das Nações Africanas’2015 à Guiné Equatorial – entre 17 de janeiro e 8 de fevereiro – na sequência uma reunião entre Issa Hayatou, presidente da CAF, e Teodoro Mbasogo, líder da federação do país escolhido. Uma notícia que encheu Javier Balboa, jogador do Estoril, de contentamento: tudo porque, depois de ver a seleção excluída da prova por alegada má utilização de um jogador na primeira fase de apuramento frente à Mauritânia, agora poderá disputá-la por representar o país anfitrião.
“Foi com muita alegria que tive conhecimento desta novidade. Vi a notícia no Facebook e fiquei tremendamente feliz. Estamos muito contentes, porque é ótimo para o país poder organizar uma grande competição internacional como a CAN’2015. Espero que seja uma grande prova e que possamos estar a um bom nível como estivemos em 2012, em que ninguém acreditava em nós. Só fomos eliminados pela Costa do Marfim e muita gente ficou a conhecer a Guiné Equatorial”, contou Balboa a Record, acrescentando que agora terá de haver uma fase de preparação: “Como já estávamos eliminados, vamos partir do zero para uma prova em nossa casa. Mas temos de preparar-nos bem, porque temos de fazer boa figura. Somos uma seleção pequena e humilde mas já provámos que podem contar connosco.”
Recuperação
Balboa está na fase final de uma longa reabilitação, após duas roturas musculares, e pretende voltar a jogar neste último mês e meio para poder estar bem e ser chamado para a CAN. “Infelizmente tive uma segunda rotura, mas até ao fim do ano quero voltar para poder ganhar ritmo. Não quero perder esta prova”, prometeu.
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