Centenas de adeptos saíram esta quarta feira dececionados do Parque 5 de Julho, na capital cabo-verdiana, com o empate (1-1) entre Cabo Verde e Marrocos, na segunda jornada do Grupo A da CAN2013 em futebol, considerando-o, porém, "um mal menor".
O parque foi pequeno para albergar todos os que quiseram assistir em ecrãs gigantes ao segundo jogo dos "Tubarões Azuis" na primeira participação na Taça das Nações Africanas (CAN), tendo vibrado do princípio ao fim com a exibição da seleção cabo-verdiana.
A explosão maior aconteceu aos 36 minutos, quando Platini apontou o primeiro golo de Cabo Verde numa fase final de uma CAN, deixando eufóricos os adeptos, que, se até então tinham cantado e gritado, começaram a dançar, só parando ao intervalo, continuando depois até ao momento do golo do empate, aos 78 minutos.
Apinhado, e à medida que anoitecia, os nervos entre os adeptos dos "Tubarões Azuis" estavam ao rubro, dado a pressão que a seleção marroquina impôs na segunda parte do jogo, que culminou com o golo do empate, a apenas 12 minutos do final, marcado por El Arabi.
No final, os suspiros de alívio coincidiam com as frequentes frases "do mal menor", com as contas a passarem pela cabeça de todos, uma vez que, horas antes, Angola perdera com a anfitriã África do Sul (2-0), deixando os "Bafana Bafana" na liderança do Grupo A, com quatro pontos, à frente de Cabo Verde e Marrocos, com dois, e Angola, com um.
"Domingo (terceira e última jornada do Grupo A), vamos ganhar a Angola e a África do Sul ganha a Marrocos. Aí, ficamos apurados (para os quartos de final)", foram as contas, simples de fazer, de um grupo de adeptos, que não admitia qualquer outro cenário. Na terça-feira, a pedido da Câmara da Cidade da Praia, e tal como aconteceu em Portugal com o Euro2004, a capital cabo-verdiana encheu-se de bandeiras azuis, nas casas, táxis e todo o tipo de viaturas.
No entanto, à hora do jogo (17:00 locais - 18:00 em Lisboa), as ruas da capital cabo-verdiana estavam praticamente desertas. Ainda na terça-feira, em cima de escadotes, vários militares colocaram faixas de apoio aos "Tubarões Azuis" em plena via pública, sobretudo ao longo da Avenida Amílcar Cabral, a mais importante da zona do "Plateau", com os transeuntes a felicitá-los e a gritar vivas à seleção comandada por Lúcio Antunes.
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