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Um estranho loiro acabou de conquistar um dos países mais pobres do Mundo e o resto da África. Tem uma camisa que lhe deu a sorte suficiente para vencer a CAN, maior competição de futebol do continente, pela primeira vez na história zambiana. Em quase todos os jogos, o treinador, de 43 anos, usou aquela peça de vestuário, que diz ser uma fonte de boa fortuna, mas as suas capacidades vão muito para além do estilo ou da moda. Renard é um visionário e excelente manipulador de emoções.
Apelidado de “feiticeiro loiro”, o bem apessoado Renard – mais ao estilo playboy do que ao de típico treinador de futebol – acredita que o sucesso está na cabeça. A estratégia mental reflete-se e pesou muito no desempenho da Zâmbia.
Leia este artigo na íntegra na edição impressa de Record desta terça-feira.
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