A seleção moçambicana defronta sábado a Zâmbia, em jogo da penúltima jornada de qualificação à CAN'2015, descrito pela imprensa moçambicana como "jogo do ano" e de "vingança" para os zambianos, pela morte do Presidente da República.
Numa partida em que apenas a vitória interessa às duas equipas, os mambas, com cinco pontos em quatro jogos no Grupo F, vão tentar quebrar superar a maldição de nunca terem vencido a Zâmbia em competições oficiais.
O facto de os "chipolopolo", como é conhecida a seleção zambiana, defrontarem os mambas de luto pela morte do chefe de Estado zambiano, Michael Sata, no dia 28 de outubro, leva a imprensa moçambicana a escrever que a equipa vai jogar para "honrar" a memória de Sata e vingar a sua morte.
O combinado moçambicano precisa de triunfar no Estádio Nacional do Zimpeto ante a Zâmbia, que também soma cinco pontos em quatro jogos, para não ter de esperar que o seu adversário de sábado perca na última jornada em Lusaka frente à seleção já qualificada de Cabo Verde, com nove pontos, e tenha de forçosamente ganhar, no dia 19, ao Níger, em Niamey, o último com apenas dois pontos e já afastada da corrida.
Por seu turno, a Zâmbia tem de ganhar na Machava para não hipotecar a qualificação ao imperativo de um triunfo face a Cabo Verde em Lusaka, como forma de fazer jus ao seu estatuto de favorito e uma das selecções mais fortes do continente, com uma CAN já conquistada no seu palmarés.
De resto, não será a primeira vez que a seleção zambiana tem um desafio decisivo em circunstâncias adversas. Em 1993, todos os membros da comitiva da equipa nacional zambiana morreram num acidente de viação, quando a seleção estava envolvida em jogos de qualificação para o Campeonato Mundial de Futebol de 1994 e CAN desse mesmo ano.
Apesar de ter falhado a qualificação ao Mundial'1994, os "KK Eleven", como era conhecida a seleção nacional zambiana, em referência ao nome do então chefe de Estado Keneth Kaunda, chegou à final da CAN, perdendo frente à Nigéria por 2-1.
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