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Decisão da Confederação Africana de Futebol sobre a final da CAN continua a gerar controvérisa
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O presidente da Federação Senegalesa de Futebol classificou como o "roubo administrativo mais descarado da história do desporto" a decisão da confederação africana de atribuir, por falta de comparência, a vitória a Marrocos na Taça das Nações Africanas.
"O Senegal recusa-se a aceitar este destino", afirmou Abdoulaye Fall, sublinhando que a decisão da Confederação Africana de Futebol (CAF), tomada a 17 de março, constitui uma violação da honra do país.
Depois de na quarta-feira ter apresentado recurso no Tribunal Arbitral do Desporto (TAS), em Lausanne, a Federação Senegalesa de Futebol (FSF) apresentou esta quinta-feira, em Paris, a equipa jurídica que vai acompanhar o processo judicial que surge depois de a CAF ter atribuído a vitória na Taça das Nações Africanas de Marrocos aos anfitriões, por falta de comparência, apesar do triunfo senegalês no campo por 1-0, após prolongamento.
Seydou Diagne, líder da equipa de advogados, defendeu que a reversão do resultado atenta contra as leis do jogo e a soberania da arbitragem.
"Isto é um ataque contra a federação, o futebol e o próprio desporto. Para ter estrelas na camisola, vai passar a ser preciso advogados e não academias de futebol", criticou o advogado, alertando que, se o TAS validar a decisão, o futuro do futebol será decidido em "escritórios de advocacia".
Já o advogado espanhol Juan de Dios Crespo Pérez reforçou que a "integridade do mundo do futebol" está em julgamento.
A defesa senegalesa solicitou ainda um procedimento com prazo de decisão mais curto, proposta que, contudo, requer o acordo de todas as partes.
O diferendo remonta à final de 18 de janeiro, em Rabat, marcada por incidentes e pela interrupção temporária do jogo pelos jogadores senegaleses em protesto contra um penálti assinalado a favor de Marrocos.
Por sua vez, o governo senegalês solicitou na semana passada uma investigação internacional sobre suspeitas de corrupção no seio da CAF.
Apesar da decisão federativa, o Senegal mantém o troféu em sua posse e planeia apresentá-lo aos adeptos no próximo sábado, no Estádio de França, durante um particular contra o Peru.
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