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Gana, de Carlos Queiroz, no Grupo C com a Costa do Marfim no apuramento para CAN'2027

Guiné-Conacri, de Paulo Duarte, estará no Grupo D com a África do Sul

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Carlos Queiroz
Carlos Queiroz • Foto: Tony Dias/Movephoto

O Gana, orientado por Carlos Queiroz, defrontará a Costa do Marfim no Grupo C de qualificação para a Taça das Nações Africanas (CAN) de 2027, enquanto a Guiné-Conacri de Paulo Duarte estará no D com a África do Sul.

De acordo com o sorteio realizado esta terça-feira, a formação de Carlos Queiroz, vencedora por quatro vezes, a última das quais em 1982, vai ter como adversários a Costa do Marfim, com três cetros, Gâmbia e Somália, enquanto a Guiné-Conacri, de Paulo Duarte, medirá forças com a África do Sul, com um título, Quénia e Eritreia.

Cabo Verde, que este verão se vai estrear em campeonatos do Mundo, vai disputar a 'poule' K com o Mali, Ruanda e Libéria, já Angola integra o Grupo B juntamente com o Egito, recordista da competição com sete títulos, Malawi e Sudão do Sul.

Moçambique do selecionador Chiquinho Conde, que jogou em Portugal, está no J com o Senegal, que venceu a CAN2025, perdendo o título para Marrocos na secretaria, Sudão e Etiópia.

Já Guiné-Bissau está no L juntamente com a Nigéria, com três troféus, Tanzânia e Madagáscar.

São Tomé e Príncipe tinha caído na fase pré-qualificatória, com derrotas por 3-0 e 1-0 com a Etiópia.

A República Democrática do Congo, que ganhou a competição em 1968 e 1974, e é adversária de Portugal no Mundial2026, integra o Grupo E, com a Guiné-Equatorial, Serra Leoa e Zimbabwe.

De acordo com o regulamento da Confederação Africana de Futebol (CAF), apenas as duas primeiras classificadas de cada um dos 12 grupos garantirão presença na fase final da edição 2027 da CAN que se realiza no Quénia, na Tanzânia e no Uganda, entre 19 de junho e 17 de julho.

A CAN2025 foi ganha pelo Senegal, por 1-0 no prolongamento, com tento de Pape Gueye, porém Marrocos recorreu e a CAF deu-lhe razão, atribuindo-lhe o troféu, algo que o rival contesta agora no Tribunal Arbitral do Desporto.

Já nos descontos no tempo regulamentar, os jogadores do Senegal saíram para os balneários, em protesto pela marcação de uma grande penalidade a favorecer Marrocos, mas que o marroquino Brahim Díaz acabaria por falhar.

No prolongamento, o Senegal impôs-se por 1-0, para arrecadar o troféu, porém, em 17 de março, a CAF retirou-lhe a vitória e atribuiu-a a Marrocos.

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