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Chile vence Colômbia e reedita final de 2015 com a Argentina

Intervalo teve duas horas e meia devido a tempestade

• Foto: USA Today Sports
Dois golos madrugadores conduziram quarta-feira o detentor do título Chile à final da Copa América do Centenário, selada com um triunfo por 2-0 sobre a Colômbia, que jogou mais de meia hora reduzida a 10 unidades.

Num jogo que teve um intervalo de duas horas e meia, por culpa de uma tempestade que caiu sobre Chicago, Charles Aránguiz, aos sete minutos, e Jose Pedro Fuenzalida, aos 11, apontaram os tentos dos chilenos.

Tão cedo em vantagem, o conjunto de Juan Antonio Pizzi controlou o encontro até final, com a ajuda de algumas boas intervenções de Claudio Bravo e com mais facilidade após os 57 minutos, quando o colombiano Carlos Sánchez foi expulso.

Na final, o Chile vai defrontar a Argentina - numa reedição da final de 2015, ganha pelos chilenos, que eram anfitriões, nos penáltis (4-1, após 0-0 nos 120 minutos) -, sendo que o fará sem Jean Beausejour, que viu o segundo amarelo na prova.

No jogo da meia-final, a Colômbia surgiu com duas novidades, Frank Fabra e Roger Martínez nos lugares de Farid Diaz e Carlos Bacca, e o Chile com três, as entradas de Mauricio Isla, Francisco Silva, Pablo Hernández e as saídas de Marcelo Diaz, Edson Puch e do castigado Arturo Vidal.

A formação chilena entrou a todo o 'gás' e resolveu muito cedo o encontro, com tentos de Charles Aránguiz, aos sete minutos, e Jose Pedro Fuenzalida, aos 11.

Aránguiz marcou à 'boca' da baliza, isolado por um mau corte de cabeça de Juan Cuadrado e depois de um centro da direita de Fuenzalidade, que apontou o segundo na recarga a um remate de Alexis Sánchez ao poste direito.

Com dois tentos de desvantagem, o Chile recuou e a Colômbia criou algumas ocasiões para reduzir, mas Bravo parou os remates de Roger Martínez (23 minutos) e Carlos Sánchez (45+1) e James Rodríguez atirou ao lado (31).

Depois de um intervalo de quase duas horas e meia, devido a uma tempestade que assolou Chicago e encharcou o relvado, a Colômbia entrou determinada a reduzir e voltar à discussão de jogo, com Marlos Moreno no lugar de Cardena.

As intenções dos 'cafeteros' sofreram, porém, um duro golpe aos 57 minutos, quando Carlos Sánchez viu um segundo amarelo forçado e foi expulso, deixando a sua equipa com 10.

Mais com alma do que com crença, a Colômbia ainda tentou, mesmo assim, chegar ao golo, mas, na única ocasião, Bravo parou o remate de James (69 minutos) e, do outro lado, Pulgar ainda esteve mais perto do 3-0, que Ospina deteve (66).

Jogo no Soldier Field, em Chicago, Illinois.

Colômbia-Chile, 0-2.

Ao intervalo: 0-2.

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0-1, Charles Aránguiz, 7 minutos e Jose Pedro Fuenzalida, 11.

Colômbia: David Ospina, Santiago Arias, Cristian Zapata, Jeison Murillo, Frank Fabra (Sebastian Pérez, 73), Daniel Torres, Carlos Sánchez, Juan Cuadrado (Carlos Bacca, 80), Edwin Cardona (Marlos Moreno, 46), James Rodríguez e Roger Martínez.
Selecionador: Jose Peckerman (Argentina).

Chile: Claudio Bravo, Mauricio Isla, Gary Medel, Gonzalo Jara, Jean Beausejour, Francisco Silva, Charles Aránguiz, Pablo Hernández (Erick Pulgar, 30), Jose Pedro Fuenzalida (Edson Puch, 75), Eduardo Vargas (Mark González, 88) e Alexis Sanchez.
Selecionador: Juan Antonio Pizzi.

Árbitro: Joel Aguilar (El Salvador).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Claudio Bravo (39), Carlos Sánchez (41 e 57), Alexis Sánchez (45+3), Jean Beausejour (65), Edson Puch (78), Francisco Silva (85), Carlos Bacca (89) e James Rodríguez (90). Cartão vermelho por acumulação de amarelos para Carlos Sánchez (57).

Assistência: 55.423 espetadores.
Por Lusa
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