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Sub-21: Portugal frente à Eslováquia

APRECIAÇÃO À EQUIPA

BRUNO VALE (3). Na primeira parte foi quase um espectador, já que os eslovacos mal entravam na área portuguesa. Depois do intervalo, teve mais trabalho, mas os remates chegavam sem grande perigo. Não teve culpa no golo.

JOÃO PEREIRA (3). Exibição regular, com garra e atitude. Num ou outro lance foi apanhado em contrapé pelo veloz Holosko, que até marcou o golo, mas normalmente foi superior.

ZÉ CASTRO (3). Globalmente positiva a sua actuação, sem grandes sobressaltos. Quando teve mais trabalho, mostrou uma enorme sobriedade, embora em dois lances pudesse ter comprometido.

PEDRO RIBEIRO (4). Seria difícil pedir mais a este jovem defesa-central. Mostrou que tem valor para jogar no escalão principal, e não na II Divisão B. Uma aposta ganha por Agostinho Oliveira.

VÍTOR RODRIGUES (3). A exemplo de Pedro Ribeiro, merecia uma melhor oportunidade. Este lateral que esteve cedido ao Tourizense realizou uma actuação de bom nível, defendendo com atitude e saindo para o ataque sem medo.

RAUL MEIRELES (3). A entrega habitual de um médio com grande raça, que saiu lesionado a poucos instantes do final do encontro. Eficaz na marcação a meio-campo e com visão de jogo na antecipação a adversários.

JOÃO MOUTINHO (3). Passou algo discreto mas, ainda assim, bastante eficaz. Tentou levar a bola para o ataque com velocidade, só que foi algo ofuscado pela influência de Hugo Viana. De qualquer forma, parece estar a ganhar o seu espaço numa selecção acima da idade.

FILIPE OLIVEIRA (4). Uma excelente primeira parte do avançado do Chelsea. Marcou um golo de oportunidade logo aos quatro minutos e fartou-se de criar desequilíbrios aos defesas da Eslováquia. Foi perdendo ritmo, acabando por ser substituído.

PAULO SÉRGIO (3). Irrequieto e com as fintas habituais no lado esquerdo do ataque, arrancou bons cruzamentos. Foi substituído por Diogo Valente a 18 minutos do final.

VARELA (3). Mais um jogador que continua a mostrar-se e a ganhar nitidamente o seu espaço na selecção. Não marcou qualquer golo mas teve três boas oportunidades para isso. Merecia, pelos desequilíbrios que criou.

DANNY (2). Entrou para a direita do ataque, fez algumas das fintas que o notabilizaram, mas a exibição não foi certamente a que mais desejava.

DIOGO VALENTE (1). Foi um mau atraso deste avançado do Boavista que acabou por dar o golo à Eslováquia. Mas nem entrou mal no jogo, apesar de ter evidenciado alguma falta de ritmo.

MORAIS (1). Foi o último a entrar, numa altura em que era preciso defender. Mais um a ajudar.
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