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Decisão surge numa altura em que a FIFA enfrenta críticas pelos valores exorbitantes dos bilhetes para o Mundial
A UEFA deverá congelar o preço dos bilhetes para o próximo Campeonato da Europa, que se joga no verão de 2028 no Reino Unido e Rep. Irlanda, em valores próximos dos praticados há dois anos, na Alemanha. A intenção contrasta com a postura adotada pela FIFA para o Mundial deste verão, cujos bilhetes andam na maioria dos casos nos milhares de euros, situação que está a gerar um coro de críticas de adeptos um pouco por todo o mundo.
De acordo com o The Atlethic, quem quiser assistir aos jogos que daqui a dois anos se irão disputar em Inglaterra, Escócia, País de Gales e Rep. Irlanda terão acesso aos mesmos por valores a começar nas 26 libras (cerca de 29,95 euros), que será o preço dos bilhetes “Fan First”, a categoria mais acessível de ingressos disponibilizada pelo organismo que tutela o futebol europeu; já a segunda categoria deverá custar 52 libras (cerca de 59,90 euros). Estes valores estão em linha com os praticados no último Campeonato da Europa, em 2024, onde os bilhetes mais acessíveis começavam nos 30 e nos 60 euros.
Por comparação, só na fase de grupos do Mundial, os bilhetes oscilam entre os 60 e os 2.700 dólares (cerca de 52 e 2.351 euros), consoante o tipo de bilhete e o jogo em questão. Já para a final, marcada para 19 de julho no MetLife Stadium, em Nova Jérsia, os ingressos começam nos 2.000 dólares (cerca de 1.741 euros). A isto junta-se o facto de serem poucos os bilhetes disponíveis nas categorias mais acessíveis para quem quer assistir aos jogos do Mundial, e de a FIFA ter adotado para o certame um modelo de “preço dinâmico”, onde o valor dos ingressos pode subir ou descer consoante a procura.
Por contraste, estarão disponíveis cerca de 1,2 milhões de bilhetes “Fan First” para o próximo Europeu, numa decisão pensada para abrir as portas dos estádios a todo o tipo de carteiras e que já tinha sido vaticinada pela FA inglesa durante o evento de lançamento oficial do torneio, em novembro de 2025 – na altura, de acordo com o CEO da federação inglesa, Mark Bullingham, “cerca de metade” dos bilhetes disponibilizados estarão dentro das duas primeiras categorias.
No imediato, as críticas contra a FIFA continuam, com muitos a acusarem o organismo máximo para o futebol de estar a adotar medidas exclusionárias para milhões de adeptos. Críticas que já chegaram inclusive à Comissão Europeia, através de uma queixa formal da associação Football Suporters Europe, que em conjunto com uma organização europeia de direitos dos consumidores acusa a FIFA de abusar da sua posição e de estar a impor condições “inaceitáveis” aos adeptos.
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