Fechar fronteiras nas batalhas aéreas

Receita francesa para derreter o gelo islandês

• Foto: EPA

Respeito, empenho e… concentração. Eis a receita francesa para derreter o gelo islandês e impedir que o conto de fadas tenha mais um capítulo. Num Europeu rico em surpresas, Didier Deschamps quer evitar ser protagonista de mais um drama e acredita que, num jogo que prevê vir a ser uma verdadeira batalha aérea, o sucesso poderá estar na capacidade para fechar as fronteiras para a área gaulesa, travando assim o perigo que advém dos lançamentos longos islandeses.

"Sabemos que é um esquema tático que utilizam muito, com um posicionamento bem definido. Qualquer reposição a 30 ou 40 metros da baliza é equivalente a um canto e vamos tomar medidas para limitar essa estratégia", assegurou o selecionador, que deverá lançar Umtiti no eixo, no lugar do castigado Rami, confessando estar totalmente confiante nestes duelos: "Não posso dar centímetros aos jogadores, mas acredito que podemos lutar bem pelas bolas aéreas." Apesar de esta ser a maior arma do conjunto nórdico – já resultou em dois golos na prova –, Deschamps não resume a Islândia a este tipo de lances. "Tem jogadores de qualidade, que também combinam bem pelo chão", alertou.

Nota artística? Treta...

Numa altura que muito se fala da qualidade do futebol praticado, Lloris garante que o importante é... vencer: "As equipas que jogam o melhor futebol já cá não estão. Isso demonstra a importância do esforço coletivo e da força mental."

Por Fábio Aguiar
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