Fernando Santos: «O meio-campo de um ano e meio de trabalho não está cá»

Selecionador lembra baixas e destaca papel da formação

• Foto: EPA

Fernando Santos explicou este sábado que o percurso de Portugal no Campeonato da Europa só podia ser ascendente, depois de a equipa chegar à prova sem algumas unidades habitualmente presentes no meio-campo.

"Era natural que fosse um percurso ascendente, só podia. Aquela que era a base desta equipa, o meio-campo que foi durante um ano e meio... a maioria não estão aqui presentes. Temos a possibilidade de ao nível da formação, do que tem sido feito naquela casa, o papel das formações em Portugal… Isso abriu-nos a porta, felizmente, para poder colmatar essas baixas. Havia uma organização que foi sendo trabalhada mas chegámos ao Euro com um meio-campo novo. É normal que tenha de haver entrosamento. Só o jogo vai dando entrosamento. O futuro para Portugal será seguramente risonho", garantiu em conferência de imprensa.

Precisamente sobre os elementos mais jovens chamados à equipa das quinas, Santos destacou o que conseguem acrescentar: "Trazem irreverência, até às vezes um bocadinho de utopia. Muitas vezes não têm ainda noção da própria realidade e isso também é positivo. Às vezes precisamos de algo novo, fresco. É isso que eles trazem, mas é porque têm qualidade. Depois conjugam isso com a experiência. A experiência tem uma coisa muito importante, que são os ganhadores. Tenho aqui alguns que têm um gosto tremendo por ganhar. E vão continuar a ganhar".

Por Luís Miroto Simões
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