Vitorino de Almeida: «A diferença de Portugal para a Áustria é abismal»

Maestro acredita na vitória da equipa das quinas

• Foto: Paulo Pereira

RECORD: Viveu vários anos na Áustria. O jogo de hoje será, por isso, vivido de forma especial?

VITORINO DE ALMEIDA – Sim, sem dúvida! Principalmente depois do péssimo resultado que Portugal fez no último jogo. Sem ofensa, claro, mas penso que a Islândia não joga mais que o Tondela. A Áustria já não é esse tipo de adversário, mas também está muito longe de se aproximar da nossa Seleção. Não podemos manter este hábito de quando sofremos um golo parecer que o Mundo acaba. Temos de ser uma equipa mais calma, pois os golos fazem parte do jogo. Já Bela Guttmann dizia que não se importava de sofrer quatro, se marcasse cinco. É assim que temos de encarar o jogo.

R: Conhecendo o futebol e a própria mentalidade austríaca, quais as dificuldades que Portugal poderá encontrar?

VA – Eu acho que Portugal cria dificuldades a si próprio. Há cerca de dez anos, altura em que houve uma reestruturação do futebol austríaco, a sua seleção começou a evoluir e as pessoas começaram a viver mais intensamente o futebol. Mas, sinceramente, acredito que a Áustria não vai criar muitos problemas porque não tem capacidade para isso. A diferença de Portugal para a Áustria é abismal.

R: Acredita, assim, numa vitória de Portugal...

VA – Claro que sim! Penso que o resultado mais representativo do potencial das equipas seria 3-1.

R: Com golos de Ronaldo?

VA – O mais importante é a equipa ganhar. Ele já foi decisivo e não há que criticá-lo. Ele não merece!

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