Diogo Jota: «Uma geração de jogadores como a que temos não aparece do nada»

Jogador português elogia, em declarações à revista 'FourFourTwo', a formação em Portugal

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• Foto: Reuters
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Diogo Jota contou, numa entrevista à revista 'FourFourTwo' que o Euro'2004 é a sua primeira memória de futebol. Tinha 7 anos na altura.

"Lembro-me de ver os quartos-de-final contra a Inglaterra, estava na sala com o meu pai e o meu irmão e ficámos tão felizes com a vitória... Eu nem queria acreditar quando o Ricardo defendeu um penálti sem luvas. Foi um momento marcante para mim", contou o internacional português.

Em 2004 já jogava Ronaldo e 17 anos depois Jota alinha ao lado do seu ídolo. "O Cristiano era o meu ídolo, via-o jogar ao mais alto nível no Manchester United, a ganhar Bolas de Ouro, entre outros troféus... Sendo português era para mim um exemplo a seguir", lembrou. 

"Quando me estreei na seleção, contra a Lituânia, em novembro de 2019, substituí-o e foi um momento especial para mim. Só posso estar agradecido pelo facto de partilhar o balneário com ele", acrescentou.

Jota, que está no Europeu, não consegue explicar por que motivo Portugal tem tantos futebolistas de eleição. "Não sei. O que sei é que Portugal faz um grande trabalho em termos de futebol de formação e provavelmente estamos a colher os frutos disso. Uma geração de jogadores como a que temos não aparece do nada, significa que algo já estava a ser feito há 15 anos", explicou.

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