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Recuperação de Guedes, a forma como Portugal é visto pelos rivais e a importância de 2019: Fernando Santos abre o jogo

Selecionador nacional em entrevista à TVI24 antes do Europeu

• Foto: Diogo Pinto/FPF

Fernando Santos sublinhou que a conquista da Liga das Nações, em 2019, foi importante para mostrar que o Euro'2016 não tinha sido um acaso. Numa entrevista à TVI24, o selecionador nacional disse ainda que espera contar com Gonçalo Guedes e sublinhou que hoje em dia a Seleção Nacional é vista com outros olhos pelos seus principais adversários.

Recuperação de Gonçalo Guedes, com Covid-19

"Oficialmente hoje é o último dia para confirmar a lista na UEFA. Até às 48 horas antes do jogo podemos alterar a convocatória, mas espero não ter de o fazer. Segundo a lei portuguesa, a partir do dia 4 ele está apto a trabalhar connosco. No dia 4 vamos estar em Espanha e ele virá aqui treinar. Nesse dia fará um teste para ver o resultado. Se for negativo, ele começa logo a treinar."

Alguém menos bem fisicamente?

"Se apareceram menos bem, esconderam bem. A forma como têm treinado, com imensa alegria... quando é assim, mesmo que haja algum cansaço não se vai notar."

Lote de jogadores mais forte que em 2019 ou 2016?

"Se não tivesse havido 2019... Portugal ganhou uma prova fortíssima [Liga das Nações], se calhar até mais difícil do que o Euro. Comparar é complicado. O óivel não me parece muito diferente. Tinha jogadores enormes e jovens. Raphäel Guerreiro, João Mário, Renato Sanches, Rafa. Uma série de jogadores que tinham estado numa final dos sub-21. Mas nós esquecemos isso. Naquela altura Portugal tinha uma série de gente jovem. Depois o Qaresma, Nani, Ricardo Carvalho... Portugal tem tido grandes jogadores. temos feito um grande trabalho. Se nao tens bons jogadores, não podes ser um país sempre nas fases finais desde 1996. Valores de mercado? Fui ver o valor que atribuem aos jogadores. O que vale menos é o Pepe, que é um dos mais revelantes. Foi em 2016 e será agora também. Percebo a análise mas em futebol não funciona."

O "só volto para casa no dia 11" em 2016

"Não  houve profecia nenhuma. Quando proferi essa frase, a maioria dos jogadores já sabia que isso podia acontecer ou tinha essa convicção. Era residual quem não tinha essa convicção. Quando disse em 2014, quando cheguei, na palestra que o objetivo era chegar à final do Europeu, aí sim, lembro-me de muitos olharem com ar desconfiado. Muitos eram jovens ainda. Lembro-me que o Ricardo Carvalho me ter dito depois que eles começaram a interiorizar a ideia."

Diferença para 2016

"A grande diferença ente 2016 e 2021 é que antes nunca tínhamos sido campeões. Isso ajuda, mas 2019 foi fundamental porque foi o consolidar do ganhar, não foi um acaso antes. Por um lado estamos mais preparados para ganhar mas há nuances que não percebemos. O Portugal que jogava como nunca e perdia como sempre? Foi-se criando essa ideia."

O que pensam as outras grandes seleções de nós?

"Pensam o mesmo, é outra grande diferença em relação a 2016. As potências do futebol sempre olharam para Portugal como adversário difícil mas achavam sempre que Portugal não iria ganhar. Tinham respeito mas... jogam bem mas não ganham. Foi-se criando isso. A partir de 2016 eles disseram 'calma'. Quando te habituas a ganhar, vemos o que acontece.

Por Record
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