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Ucrânia quer fazer história apesar das dificuldades da guerra

Conflito com a Rússia tem complicado os trabalhos da seleção

• Foto: EPA

O conflito entre a Rússia e a Ucrânia não tem apenas prejudicado os clubes ucranianos, como por exemplo o Shakhtar Donetsk que tem de jogar a vários quilómetros de sua casa. Também a seleção nacional sofre com a guerra e a preparação para grandes competições não é fácil.

Um exemplo perfeito das consequências deste conflito é o do defesa Yaroslav Rakitskiy que soma 54 internacionalizações pela Ucrânia e que desde que se juntou ao Zenit, campeão russo, em 2019 deixou de fazer parte dos convocados de Andriy Shevchenko, selecionador e ex-jogador do Milan.

Shevchenko está consciente das dificuldades, mas pretende ter uma equipa pronta para competir com as melhores seleções, apesar de tudo. Nos últimos quatros jogos, a Ucrânia só tem empates, mas um deles foi frente à campeã do Mundo, França, na fase de qualificação para o Mundial'2022. Isto depois de ter sido goleada por 7-1, num jogo particular em outubro de 2020.

"Os rapazes aprenderam, após o desaire com a França. Aceitaram as mudanças que sugerimos e cumpriram o plano delineado", referiu Shevchenko, após a vitória sobre a Espanha (1-0), na fase de grupos da Liga das Nações.

Por Luís Magalhães
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