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O calor vai apertar por todos os lados

Trinta e três graus centígrados e mais de 60 mil húngaros no Puskás. Eis o petisco dos bleus...

Deschamps quer colocar os seus rapazes já hoje no mata-mata
Deschamps quer colocar os seus rapazes já hoje no mata-mata • Foto: REUTERS

A França quer carimbar já hoje a qualificação para a fase do mata-mata, mas vai ter que enfrentar em Budapeste uma Hungria sedenta de pontos e... dois tipos de calor: o dos termómetros (previstos 33 graus centígrados à hora do jogo) e o das bancadas (mais de 60 mil húngaros).

Didier Deschamps parece ter tudo controlado. “Desde quarta-feira que temos treinado às 14 horas para habituarmos o corpo e a cabeça à temperatura. O horário do jogo também nos obriga a uma mudança no que toca ao almoço e à hora de recolher na véspera. Toda a gente sabe que esta geração gosta de se deitar tarde... Por outro lado, o estádio vai estar cheio e isso será uma grande vantagem para a Hungria. Ajudou-a imenso no jogo com Portugal. A Hungria é uma equipa combativa, generosa e bem organizada, algo que pode ser explicado por ser dirigida por um italiano [Marco Rossi]. Vai entregar-se ao jogo como o fez com Portugal”, refere o selecionador francês, adiantando que Lucas Hernandez e Pavard estão aptos. A utilização de Coman, essa, é uma incógnita, dado que o atacante esteve ontem ausente do treino por ter ido assistir ao nascimento do filho.

O treinador, de 52 anos, é pragmático. “Temos a hipótese de nos qualificarmos depois deste segundo jogo. Esse é o primeiro objetivo. Tudo faremos para alcançar um resultado positivo. Não preparámos este jogo a pensar no terceiro [com Portugal]”, garante Didier Deschamps.

Lloris espera ter pausa para beber

Lloris alerta para a questão da hidratação. “O calor é um fator importante até no que toca ao sono. Espero que o árbitro nos conceda uma pausa para beber durante o jogo. Não haverá problema por o jogo se realizar às 14 horas, pois a maioria dos jogadores já atuou nesse horário nos clubes. O problema serão os mais de 30 graus”, diz o capitão.

Por Nuno Pombo
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