Fernando Santos e a "fé" de vencer Itália: «Acredito sempre que a minha equipa pode vencer»

«Vai ser um grande espetáculo, com duas equipas fortíssimas», sublinha o selecionador nacional

• Foto: Reuters

Fernando Santos já matou dois borregos diante de Itália, falta-lhe o terceiro. Em 2015, a Seleção Nacional, graças a um golo solitário de Eder num particular disputado na Suíça, obteve o primeiro triunfo sobre a squadra azzurra em quase 40 anos; há pouco mais de dois meses, foi um golo de André Silva a dar a primeira vitória em jogos oficiais desde 1957; falta vencer em casa dos transalpinos e amanhã, em Milão, haverá nova oportunidade. A 13ª. O selecionador nacional está confiante que aconteça, mas afasta a "fé" destas andanças.

"Fé tenho em Deus. Aqui, não há questões de ter fé. Há uma questão de jogar contra um adversário poderoso. Acredito sempre que a minha equipa pode vencer, vamos jogar na condição de procurar aqui a vitória", afirmou esta sexta-feira em conferência de imprensa ao encontro de amanhã da Liga das Nações (19H45).

E esclareceu que embora tenha dois jogos para garantir o apuramento, o foco das quinas está somente no encontro de Milão: "Só trabalhámos o jogo com Itália, não observámos mais qualquer jogo. Não pensámos sequer nisso. Estivemos focados no jogo com Itália. Vai ser um grande espetáculo, com duas equipas fortíssimas. Uma seleção italiana que, de há dois meses para cá, tem tido uma evolução constante, até alterando a sua forma de jogar. Penso que, dos que jogaram em Lisboa, só três estarão presentes, Donnarumma, Jorginho e Chiesa. Preparámos bem, concentrados no nosso trabalho, mas com enorme respeito por todos os adversários. Itália é um dos pilares mundiais do futebol. É um confronto de alto nível, mas acredito que a minha equipa tem todas as condições para responder bem e vencer".

De João Mário a Raphaël Guerreiro

Questionado sobre a utilização de João Mário na Seleção, Fernando Santos sublinhou que o médio do Inter "estará sempre apto para jogar".

"É um jogador importante para a equipa portuguesa, esteve no Campeonato Europeu, foi campeão da Europa. Teve um período em que não aconteceu, pela não utilização regular, mas agora os índices aumentaram e a qualidade mantém-se. Ter jogado deu outro ritmo competitivo, estará sempre apto para jogar", disse.

A situação de Raphaël Guerreiro foi igualmente abordada. O selecionador nacional chamou ontem Kévin Rodrigues, lateral-esquerdo da Real Sociedad, para acautelar a indisponibilidade do jogador do Dortmund, a tratar de uma mialgia de esforço.

"Hoje, em princípio, irá treinar. É uma questão de precaução. Nos outros dias, teve algum desconforto. Entendemos que era melhor tomar essa precaução, se não ficaríamos sem mais nenhum lateral-esquerdo. Por isso chamámos o Kevin, que é um jogador que ainda na última convocatória esteve connosco", sublinhou.

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