Luis Enrique quer "trazer o jogo" para o lado espanhol e sublinha: «Os nossos avançados não ficam na frente a fumar um cigarro»
Selecionador espanhol confiante para o embate frente a Portugal
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Espanha chega ao jogo em Portugal com a obrigatoriedade de vencer para chegar ao 1º lugar do grupo da Liga das Nações, num cenário que não assusta o selecionador Luis Enrique.
"A realidade diz-nos que tínhamos uma boa oportunidade para continuar à frente e que poderia bastar-nos o empate. Agora, este jogo é uma final para nós. Tendo esta possibilidade de ficar em 1º não há que especular. É um cenário atrativo jogar em Braga com uma seleção contra Portugal. O que queremos controlar antes de começar o jogo pode sair ao contrário. Queremos ser competitivos, não vencemos nenhum dos últimos três jogos contra Portugal. Precisamos de criar mais oportunidades do que Portugal e vamos tentar levar o jogo para o nosso lado e ter bola", começou por referir, analisando ainda aquilo que pode ser o onze de Portugal. "Não sei se Portugal vai fazer alterações no onze, mas penso que sim, que haverá três/quatro alterações. O João Cancelo não jogou e pode haver alterações nas laterais. No entanto, os indiscutíveis estarão todos presentes".
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Colocando seleções como Brasil, Argentina, França e Inglaterra como favoritas para o Mundial, Luis Enrique abordou o facto de ter vários jogadores sub-21 na sua convocatória. "Parece que estou a arranjar desculpas [quando fala da idade dos jogadores], mas a idade é indiferente. A linha mais forte que tenho é a defesa. Toda a gente ataca e toda a gente defende. Os avançados não ficam na frente a fumar um cigarro enquanto esperam. No último jogo faltou-nos decidir melhor no último terço", vincou.
Luis Enrique concluiu com a resposta a uma questão sobre o relvado do Estádio Municipal de Braga. "Avisaram-nos que não podíamos utilizar certas partes do relvado. Como vimos que Portugal não treinou mesmo no estádio, sentimos que não fazia sentido sermos nós a fazê-lo. Estamos a treinar num campo a 500 metros do relvado, mas não acho que está tão mal como fizeram passar", rematou.