RFA'1974: A mancha alemã da Laranja Mecânica

A inovadora e aclamada Holanda confirmou a excelência. Mas baqueou perante a RFA de Beckenbauer e Müller

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A  RFA   não perdeu  a oportunidade  e aproveitou  o fator casa para  ganhar o título
A RFA não perdeu a oportunidade e aproveitou o fator casa para ganhar o título • Foto: ALLSPORT
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O Mundo vivia fascinado pelo Futebol Total do Ajax, que um ano antes sofrera o duro golpe da saída da sua máxima referência: Johan Cruyff transferiu-se para Barcelona e, como consequência, os tricampeões europeus viram interrompida a série vitoriosa, permitindo o início de ciclo idêntico do Bayern Munique, entre 1973/74 e 1975/76. A Laranja Mecânica mantinha a essência inovadora, recuperava a fórmula com o seu mentor e juntava-lhe o que de melhor o Feyenoord tinha para oferecer. Rinus Michels, ideólogo da revolução, assumiu o comando e a Holanda abordou o Mundial como grande favorita à vitória e paixão assumida dos adeptos neutros um pouco por todo o planeta.

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