Escolha o Record como "Fonte Preferida"

Veja as nossas notícias com prioridade, sempre que pesquisar no Google.

Adicionar fonte
13:44

Os 4 guarda-redes, as ausências, contacto com Kroupi e resposta a António Salvador: tudo o que disse Roberto Martínez

Selecionador nacional falou aos jornalistas após conhecidos os 27 que representam Portugal na competição que arranca a 11 de junho

13:43 há 23 minutos

«Cristiano Ronaldo é um capitão exemplar»

O Cristiano participará, provavelmente, no seu último Mundial. E o mundo tem uma grande expectativa. Mas é evidente que ele tem um papel importante no balneário e dentro de campo. Qual espera que seja esse papel?

"Espero que seja o mesmo papel que ele teve nos últimos três anos em que estou na Seleção. Já falei muito do Cristiano. Quando falamos dele, há dois jogadores. O ícone do futebol mundial, que todos os adeptos do mundo têm uma opinião e aceitam o que ele traz ao futebol, e depois há o nosso capitão. Tem a mesma exigência dos outros jogadores, uma competitividade para estar na Seleção... Para mim, é um capitão exemplar. Foi muito importante para ganharmos a Liga das Nações e agora queremos o mesmo nível de responsabilidade e exemplo dentro do balneário".

E termina a conferência

13:42 há 24 minutos

«Num Mundial não há posições num ranking, favoritismo»

O último jogo contra a Colômbia será o mais importante de todos, até por ser, na teoria, o rival mais difícil? E por ter jogadores em Portugal... O que se pode esperar dos particulares?

"Todos os particulares dão a oportunidade de ajustar conceitos, poder olhar para a equipa. Não concordo com essa importância dada ao jogo com a Colômbia. Num Mundial não há posições num ranking, favoritismo. O mais importante por agora é o primeiro. Vamos jogar num estádio fechado, com condições. Respeitamos muito a RD Congo, conheço muitos jogadores porque há vários que cresceram na Bélgica e trabalhei com eles. As equipas que chegam aqui pela primeira vez têm uma vontade, um sonho que não se pode controlar. Aconteceu-nos na Bélgica em 2018 frente ao Panamá, e nos primeiros 60 minutos foi um dos jogos mais difíceis que jogámos. Respeitamos muito os jogos frente a RD Congo e Uzbequistão, e depois veremos como estaremos frente à Colômbia".

13:40 há 27 minutos

A 'última dança' de Cristiano Ronaldo, Messi e Neymar

Este é o primeiro Mundial com 48 seleções e em três países diferentes, e será provavelmente a 'última dança' de Cristiano Ronaldo, Messi e Neymar. Mas será a primeira de Yamal, Olise, entre outros. Será talvez o Mundial mais difícil até hoje?

"Só no fim poderemos falar disso... Acho que faz parte. Estamos a falar da maior e da melhor competição de futebol. Não há melhor do que o Mundial. Os melhores jogadores, os melhores palcos... Uma coisa é a vossa reflexão, as histórias do futebol, que faz parte do vosso trabalho, mas para nós é muito fácil. Temos RD Congo, Uzbequistão e Colômbia. É muito fácil. Não há mais jogos, é estarmos preparados para esses. Depois, precisamos de mostrar que merecemos mais. E a vontade está no balneário. Mas as histórias e tudo isso deixo para vocês, que têm mais experiência".

Pub
13:39 há 28 minutos

«Todos estão na mesma situação e não há qualquer vantagem para nós»

Disse que procura equilíbrios. Face a esse equilíbrio, e olhando para quem convocou na defesa, quase nenhum dos jogadores faz uma época completa sem se lesionar. O meio-campo, por outro lado, tem excesso de jogos... Como se vai encontrar esse equilíbrio?

"O importante é que acompanhámos todos os jogadores individualmente. Estamos a falar de jogadores experientes, que estão a fazer muitos jogos pela Seleção. Isso faz parte do futebol de seleções e de preparar um Mundial. É um bom debate. O Mundial do Qatar foi incrível ao nível físico. A final, França-Argentina, teve um nível físico porque era dezembro. Aqui falamos do final da época, os jogadores estão cheios de minutos e adoram jogar pela Seleção. Todos estão na mesma situação e não há qualquer vantagem para nós. É gerir com naturalidade os nossos jogadores e não tenho preocupações nessa área".

13:37 há 30 minutos

«Não temos preocupações neste momento»

Nestas últimas semanas, quais os jogadores que lhe causaram mais preocupações a nível físico?

"Desde março, diria, para falar de um período muito claro, a nossa relação com as equipas médicas dos clubes foi muito próximo e toda a informação foi muito boa. Já falei do Rúben Dias, que está há três jogos preparado, e acho que vai terminar a época em boas condições. Não temos preocupações neste momento".

13:36 há 31 minutos

«Na final, em 2016, lembram-se de certeza que o capitão não estava no relvado...»

Na eventualidade de Rúben Dias não conseguir ir ao Mundial, Portugal utilizará uma dupla que nunca utilizou. Sente confiança nos restantes jogadores?

"Muita. E é isso que faz com que o nosso balneário seja muito especial. Na final, em 2016, lembram-se de certeza que o capitão não estava no relvado. Isso acontece. O balneário cria dinâmica de acreditar muito. O talento é fantástico, mas ainda é mais importante os valores da equipa. Os 26 e o Ricardo Velho podem ganhar jogos por Portugal".

Pub
13:35 há 32 minutos

Gerir jogadores do PSG após final da Champions

Como vai gerir a carga dos jogadores do PSG, tendo em conta que ainda vão participar na final da Champions? Que peso teve isso no planeamento?

"Temos experiência porque o PSG já ganhou a Champions antes da nossa Liga das Nações. O protocolo é muito claro, os jogadores têm sete dias para desligarem no fim da época e prepararem o próximo objetivo. Depois do jogo, os jogadores só precisam de chegar à Cidade do Futebol durante o particular com o Chile no Jamor. Temos já muita informação. Podem estar contra a Nigéria em Leiria. E depois, há um período muito bom para prepararmos os quatro para os seus papéis na equipa".

13:34 há 33 minutos

Telefonemas aos jogadores mas falta Paulinho... pela diferença horária

A quantos jogadores ligou esta manhã? E o que lhes disse?

"Não é justificar. É uma questão de respeito. O jogador português, o jogador do balneário da Seleção, tem um compromisso exemplar. Quando há um jogador na dúvida, é melhor ligar antes de ver a convocatória na televisão. Falei com sete jogadores, ainda não falei com o Paulinho pela diferença horária. Vou falar com ele. Trabalhamos com transparência, honestidade, e acho que o aspeto pessoal é muito importante. E o jogador português merece saber isso antes da convocatória sair na televisão".

13:31 há 36 minutos

«Existiram contactos com Junior Kroupi»

Surgiram várias notícias sobre Junior Kroupi, que tem sido um dos destaques da Premier League. Ponderou convocá-lo ou existiu contacto? Assume o favoritismo no Mundial?

"Existiu [contacto], sim. Fico feliz porque ficámos à frente das notícias. Antes do estágio de março, tentámos falar. É importante acompanhar os jogadores que podem vestir a camisola de Portugal, e outra é se o jogador quer. Naquele momento, o Kroupi queria jogar pela França e respeitámos isso. Favoritismo? Estou a praticar muitas palavras em português, mas favoritismo e Portugal num Mundial ainda não estão ligados. O Mundial não é só jogar bem, não é só talento. Há muitos desafios. E há o aspeto psicológico. Só uma seleção que já ganhou um Mundial pode ser favorita. Candidato provavelmente é uma melhor palavra para descrever o momento que estamos a ter. Ganhámos a Liga das Nações mais exigente de sempre. Vencer a Alemanha em casa deles, a Espanha na final... Sonhar sim, candidato também, favorita não".

Pub
13:28 há 39 minutos

«Ricardo Horta e Mateus Fernandes fizeram épocas incríveis, mas há outros jogadores à frente»

As ausências de Ricardo Horta e Pote prendem-se a problemas físicos? A chamada do Matheus Nunes tem a ver com os problemas físicos de Nuno Mendes?

"Não. Isso é importante porque já falei com alguns jogadores. O Ricardo Horta, e para dizer mais um nome, o Mateus Fernandes, fizeram épocas incríveis. Mas há outros jogadores à frente. O Pedro Gonçalves, o Rodrigo Mora e o Ricardo Horta não entram na Seleção porque há João Félix, Bernardo Silva, Bruno Fernandes e Trincão, que já têm um papel na Seleção. No futebol moderno, com cinco substituições... A posição de lateral é muito exigente, fisicamente precisas de dar muito mais. E para nós, ter os quatro mais o Matheus Nunes é essencial e dá equilíbrio ao que o balneário tem".

13:26 há 40 minutos

«O que um jogador faz no clube ajuda a chegar à Seleção, mas...»

Alguns dos jogadores nesta convocatória ainda têm Taças para disputar, mas outros não tiveram tanto sucesso. Isto pode ter impacto no balneário?

"É uma boa reflexão, mas isso acontece em todos os Mundiais e seleções. Chegar à Seleção é uma energia nova e desligar totalmente do que aconteceu durante a época. O que um jogador faz no clube ajuda a chegar à Seleção, mas quem está neste espaço há muitos anos não tem ligação com o que aconteceu há uns meses. O importante é recuperar, terminar as épocas. No geral, temos uma média de idades muito boa, de 27,3 anos. Os jogadores somaram 25 títulos entre eles... Em termos gerais, há um bom equilíbrio. Mas agora é preciso terminar a época bem, desligar, recuperar e começar com o sonho de jogar pela Seleção, que é um momento sempre especial na carreira de todos".

13:24 há 42 minutos

Resposta a críticas de António Salvador

António Salvador falou na ausência de Ricardo Horta... Quais os critérios para levar Samu Costa em detrimento de João Palhinha?

"Primeiro, respeitar os presidentes de todos os clubes dos nossos jogadores. É normal. Tenho a capacidade de ser neutro. Preciso de tomar decisões difíceis, mas já disse que se trata de um processo. Esta não é uma decisão emotiva ou intuitiva, há um processo e parâmetros muito importantes onde as escolhas são profissionais e feitas com muita responsabilidade. Já falei do Samu. Falámos muitas vezes que precisamos de continuidade, automatismos, trabalhar em aspetos táticos. Mas precisamos do equilíbrio e da porta aberta para novo talento, sangue novo e criar o equilíbrio para manter a competitividade e frescura. O Samu Costa trouxe isso durante março, adorei a sua energia, a sua garra. É um '8', mas é muito dinâmico. Chega à area, mas no aspeto defensivo também é muito importante. Ajusta-se perfeitamente ao que precisamos para o Mundial".

Pub
13:22 há 45 minutos

«Ficam de fora mas continuam a lutar para ganhar o Mundial e fazerem parte da nossa luta»

Falou com os jogadores que não estão presentes na convocatória?

"É a parte mais difícil para a equipa técnica e para o selecionador, precisar de comunicar quando um jogador fica de fora. Mas o nosso processo e a nossa Federação é de alto nível e isso acontece. Há decisões e momentos em que precisamos de responsabilidade e honestidade. Falei com alguns dos jogadores e a reação foi muito positiva. Ficam de fora mas continuam a lutar para ganhar o Mundial e para fazerem parte da nossa luta, e isso é o importante".

13:20 há 46 minutos

Primeiro desligar.... depois, trabalhar!

Quando é que fechou esta lista? Qual foi a última posição ou jogador a ser fechado?

"Gosto muito de falar do processo. Há momentos de apanhar informação. Acompanhámos todos os jogos, fui ver jogos ao vivo... Foi só ontem que tomámos as decisões. Em relação ao momento, ao que precisávamos de fazer, pontos importantes... Foi ontem. O importante é que ainda há dois ou três jogos [na temporada]. É importante que não haja lesões e que os jogadores cheguem bem ao fim da época. Fico muito satisfeito por poder estar nos Estados Unidos e no México algum tempo antes, com os jogadores a poderem recuperar durante 7 dias. Os jogadores do PSG, por exemplo, só chegam aqui no primeiro jogo de preparação. Agora temos um período muito bom para desligar, primeiro, e depois preparar ao detalhe o que precisamos. Não há um último jogador a ser fechado. Trabalhamos muito com perfis. Comparar jogadores, olhar para o talento natural, puro, irreverência. Depois a experiência. O Gonçalo Guedes poder marcar o golo da vitória na Liga das Nações tem o seu peso. E depois o compromisso e a atitude. Precisamos de jogadores com polivalência. Já vimos nos últimos 38 jogos que a nossa Seleção tem uma flexibilidade tática importante. Poder usar uma linha de cinco, três, quatro... Tudo isso foi trabalhado nos últimos anos e reflete-se na convocatória".

13:17 há 49 minutos

«Samu Costa mostrou energia, garra, aspeto tático...»

Ausências de Rodrigo Mora e João Palhinha. Não o preocupa os problemas físicos do Rúben Dias?

"Primeiro, dizer mais uma vez que o importante são os jogadores que estão na lista. Os que ficam de fora é porque há outros nos seus espaços. O Rodrigo Mora é um talento incrível e estamos em boas mãos. Não para o futuro, mas para já. O Mundial tem um ciclo e depois do Mundial abre-se a porta. A Seleção já utilizou muito talento novo. Carlos Forbs, Mateus Fernandes... E o Rodrigo Mora faz parte dessa geração. Os jogadores que cá estão estão num bom momento. Rúben Dias está preparado há três jogos. Estamos a acompanhar toda a informação e é um processo. Até 16 de junho podemos avaliar todos os jogadores e substituir se houver algum problema. Já falei sobre o Samu Costa, um jogador que em março mostrou a energia, garra, o aspeto tático... É um médio mais defensivo, que acho muito importante para este torneio. E a 10, vamos utilizar Trincão, Bernardo Silva, Bruno Fernandes e João Félix. É isso".

Pub
13:15 há 52 minutos

«O futuro selecionador pode esperar, não é importante...»

A performance da Seleção no Mundial estará ligada à sua continuidade?

"Só posso dizer que o presidente, a estrutura da Federação e eu estamos alinhados. O único objetivo é o Mundial. O futuro selecionador pode esperar, não é importante. Vamos fazer tudo o que o balneário e os jogadores precisem para dar o seu melhor. A minha posição não é importante. Caso contrário o selecionador poderia sair depois da Liga das Nações e olhar para o futuro. Vamos trabalhar todos juntos".

13:14 há 53 minutos

O último Mundial de Cristiano Ronaldo

Cristiano Ronaldo avança para o seu último Mundial. Qual a gestão que vai fazer?

"A gestão é com muita naturalidade. A minha experiência é que o jogador, no Mundial, não segue um padrão que acompanha o desempenho no clube, relacionado com a idade... O nosso grupo está focado, preparado para a exigência do Mundial, e precisamos de gerir bem o dia-a-dia. É só isso. Podemos falar de muitos sonhos, mas nós só atingimos três jogos. Esse é o nosso Mundial. E precisamos de gerir esses três da melhor forma possível. Já temos muita informação, estamos a falar de quase 40 jogos juntos. Agora é gerir o grupo durante o Mundial, algo natural. Acreditamos muito no compromisso e no talento dos nossos jogadores para fazermos isso bem".

13:13 há 54 minutos

«Diogo Jota é a nossa força»

Sobre Diogo Jota...

"É a nossa força, a nossa alegria. Disse que na vida todos temos momentos muito difíceis. Perder o Diogo foi um momento inesquecível e muito difícil, mas o dia a seguir foi uma responsabilidade para todos nós de lutar pelo sonho do Diogo e pelo exemplo que ele sempre foi na nossa Seleção. O espírito, a força, o exemplo do Diogo Jota é o +1 e vai ser o +1 para sempre".

Pub
13:11 há 55 minutos

Não deixar ninguém de fora, não haver espaço para mais e... levar Ricardo Velho

Por que motivo leva quatro guarda-redes? Leva 27 precisamente por isso? Mateus Fernandes, Ricardo Horta, Pedro Gonçalves de fora, mas leva cinco laterais...

"Primeiro, dizer que não deixámos ninguém de fora. Entram 27 jogadores na lista e é por isso que temos o grupo que temos. A complexidade do torneio é muito importante, a exigência da temperatura, o fuso horário, tudo o que já vivemos em março. Há posições em que precisamos de ter mais de dois jogadores por posição. E precisamos de cinco laterais. A polivalência de jogadores como o Dalot, o Cancelo, o Matheus Nunes, que também pode jogar a médio, é importante. E dentro, João Félix, Bruno Fernandes, Bernardo Silva e Trincão jogam entrelinhas. Aqui não entram jogadores que também fizeram épocas espetaculares como Ricardo Horta, Pedro Gonçalves ou Rodrigo Mora. Por fora temos Rafael Leão, Pedro Neto e Francisco Conceição, bem como a opção do Gonçalo Guedes. Não há espaço para mais. É tentar procurar o equilíbrio e ter todas as opções que precisamos. Falei com o Ricardo Velho e ele sabe que é o quarto guarda-redes. As regras são que só se houver uma lesão durante o torneio, podemos substituir o guarda-redes. E para nós, o trabalho precisa de ser de alta intensidade em todos os treinos. Há muita finalização e precisamos de mais um guarda-redes. Saber que o Ricardo Velho não consegue sentar no banco, mas em 2 minutos disse que estava preparado para ajudar no que fosse necessário, e esse é o motivo de tentar utilizar quatro guarda-redes durante um período de treinos muito diferente. Já estive em dois Mundiais e é a primeira vez que há seis dias de diferença entre o primeiro e o segundo jogo...".

13:08 há 59 minutos

«António Silva faz parte do grupo e, se houver uma lesão, é o primeiro central a entrar»

O que os portugueses podem ambicionar com esta participação no Mundial? Algumas justificações...

"Para nós é um dia triste, porque precisamos de deixar jogadores que queríamos muito levar mas que precisam de ficar de fora porque só podemos levar 27 jogadores. É um dia entusiasmante porque hoje é o início de tentar lutar contra a história. Tentarmos estar juntos, utilizar os nossos valores, e parafraseando o Pedro Abrunhosa, "fazer o que nunca foi feito". Os jogadores escolhidos são os jogadores escolhidos depois de um processo responsável, honesto e profissional, de muito trabalho. Gostava que compreendessem que todos os jogadores que estiveram na caminhada para o apuramento, bem como na vitória da Liga das Nações, fazem parte do grupo. Há uns que ficam de fora porque há outros melhor colocados para este torneio. Automatismo, estratégia de jogo... António Silva? Temos cinco centrais, trabalhámos com eles e em março precisámos de escolher. Esperamos adversários diferentes e a escolha recaiu sobre o Tomás Araújo. O António faz parte do grupo e, se houver uma lesão, é o primeiro central a entrar. Para terceiro avançado, procuramos o jogador de caraterísticas mais próximas ao Diogo [Jota]. Já o fizemos durante o Europeu, Liga das Nações... O Gonçalo Guedes é o terceiro porque é o jogador com mais flexibilidade, que pode jogar por fora, por dentro, abrir espaços no contra-ataque... O Paulinho, mais uma vez, pode fazer o perfil do Cristiano e do Gonçalo [Ramos], mas aqui precisamos de ter três atacantes. Dois mais posicionais, um mais variável. O nosso grupo já mostrou que sabe vestir esta camisola. Esforço, união e vontade de sonhar. Depois, saber que nunca ganhámos um Mundial porque os adversários são muito bons. O adepto de Portugal pode esperar um grupo comprometido, preparado para lutar e para dar tudo com muito orgulho".

Pub
Newsletters RecordReceba gratuitamente no seu email a Newsletter Premium ver exemplo
Ultimas de Mundial Notícias
Notícias Mais Vistas