Possível eliminação deixa África do Sul frustrada

A iminência da África do Sul ser eliminada no Mundial que organiza está a deixar a nação frustrada e traz a público divergências no seio da seleção, com a influência perniciosa de agentes de jogadores.

O jornal "Weekend Argus" faz do assunto manchete deste domingo, denunciando que as "exigências de agentes sedentos de dinheiro condicionam opções de selecionadores", questionando as opções de Carlos Alberto Parreira.

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O trabalho "exclusivo" assinado por Ian Williams denuncia "tensões internas" naquele que pode ser o primeiro anfitrião a ser afastado logo na fase de grupos em 80 anos de mundiais e os "rumores de que Carlos Alberto Parreira não é o único a escolher a equipa".

Uma das situações mais criticas é o facto de Parreira manter no banco "jogadores experientes e competentes", alguns dos quais na base da boa imagem deixada pelos "bafana bafana" na Taça das Confederações que organizaram em 2009, na qual ficaram em quarto lugar.

Bernard Parker, Matthew Booth e MacBeth Sibaya foram alguns dos artífices desse êxito, mas agora estão no banco, "preteridos por futebolistas menos qualificados ou experientes, que sonham com um contrato milionário noutro continente".

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"O interesse de jogadores locais para contratos no estrangeiro está acima do interesse nacional", acusa o Weekend Argus.

O empate 1-1 com o México, mas principalmente a humilhação 0-3 com o Uruguai, que acabou com uma série invencível de 13 jogos, instalou a confusão na equipa.

O trabalho relata casos anteriores de pressão sobre selecionadores e até a confissão de um de eles, Jomo Sono, que admitia utilizar a sua posição para vender os jogadores do seu clube.

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Um triunfo frente à França na última jornada pode acalmar a situação, principalmente em caso de apuramento para os oitavos-de-final, que está bem complicado.

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