Scolari: «Saio como previsto»

ainda não recebeu notícias da cbf mas confirma a record

Scolari: «Saio como previsto»
Scolari: «Saio como previsto» • Foto: EPA

 Luiz Felipe Scolari já não é o selecionador do Brasil mas ainda não foi informado, oficialmente, de qualquer decisão eventualmente tomada por José Maria Marin, o presidente da CBF. “Eu já tinha decidido, antes do Mundial, que o vínculo terminaria este domingo, ganhando ou perdendo”, disse Scolari a Record, desde São Paulo. “Saio, repito, como já estava previsto desde o princípio, mas ainda não sei de nada quanto à posição da CBF, apenas o que diz um canal de televisão daqui que parece ser quem realmente manda no futebol brasileiro”, acrescentou o treinador, numa referência à TV Globo.

Scolari não quis alongar-se, para já, em comentários, sublinhando apenas que sai “de consciência tranquila quanto ao trabalho feito”, recordando que “há ano e meio o Brasil não tinha uma seleção e neste período venceu a Taça das Confederações e ficou em 4.º lugar no Mundial, 12 anos depois de termos estado pela última vez entre os quatro primeiros do Mundo”.

O treinador confirmou ao nosso jornal ter entregado domingo um relatório final a Marin, aguardando uma reunião agendada entre o presidente da CBF e toda a sua comissão técnica. Da mesma forma, não quis comentar as notícias de uma eventual mudança de política por parte da CBF que parece agora admitir a possibilidade de entregar o comando da seleção brasileira a um treinador estrangeiro.

Um estrangeiro?

Segundo uma sondagem da TV Globo, haverá uma lista de quatro treinadores estrangeiros entre as opções, sendo que o primeiro nome brasileiro é de Tite, que vem sendo falado desde há uma semana, logo após a copiosa derrota do Brasil frente à Alemanha por 7-1. Curiosamente, antes da contratação de Scolari, a CBF terá ponderado a possibilidade de entregar a seleção ao espanhol Pep Guardiola, embora o próprio José Maria Marin tenha negado, argumentando que o país ganhara os seus cinco títulos mundiais com treinadores brasileiros no banco.

Nos últimos dias, o silêncio da CBF tem sido criticado pela imprensa brasileira. Scolari deu quatro conferências de imprensa após o desaire diante da Alemanha (incluindo uma depois de perder para a Holanda), mas nem Marin nem o seu futuro subtituto no cargo, Marco Polo Del Nero, deram a cara.

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