Carlos Queiroz foi convidado a abordar a arbitragem e a atuação do VAR durante a conferência de imprensa de antevisão da partida de segunda-feira, frente a Portugal, e o selecionador do Irão foi muito claro: "Cometer erros com o VAR não é humano".
"Todos no Mundo podem falar de árbitros. Na Nazaré temos o recorde das maiores ondas do Mundo. Para os treinadores, quando se fala de árbitros, a onda cai nas nossas cabeça. Não quero falar disso antes do jogo porque pode parecer que estamos a dar desculpas. Não quero falar dos árbitros, só do jogo. Durante a minha carreira nunca pude falar perante tanta gente, mas é importante dizer que o futebol pertence às pessoas e isso não pode mudar. É fundamental que um grupo de intelectuais intelectualizem o jogo sem que ninguém perceba o que está a acontecer. O jogo tem de ser claro, óbvio. Falhar é humano. O VAR não nasceu para cortar erros humanos. Não é aceitável que se usem as mesmas desculpas que se davam antes", começa por dizer o técnico português.
"Queremos saber quais são as regras. Se tivermos uma problema com uma concussão ou de segurança, há logo reuniões. Mas se quisermos uma clarificação do árbitro, temos de escrever para a FIFA e dizem que nos respondem depois. Temos de saber quem está realmente a apitar. As pessoas têm de saber quais são as regras. Fala-se nos erros claros ou não claros. É como se a minha filha chegasse a casa discutíssemos se ela está um bocadinho grávida ou muito grávida. Cometer erros com o VAR não é humano. Não tem a ver com Portugal, Sérvia… As pessoas têm de saber as regras do jogo. Espero que isto não crie uma onda para cima de mim, mas se isso acontecer estarei cá para tentar nada e sobreviver", explica.
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