Zlatko Dalic sonha conduzir a Croácia à vitória no Mundial. Católico praticante, o timoneiro da equipa de Modric não vai deixar de levar no domingo para o Luzhniki, palco do embate final com a França, um terço no bolso. "A fé dá-me força! Ando sempre com um terço na algibeira e nunca deixo de rezar antes dos jogos. Agradeço a Deus diariamente por me ter concedido força e fé, mas também por me ter permitido fazer algo na vida", anota o carismático selecionador da Croácia.
A relação com a igreja vem de tenra idade. "Ao lado da casa dos meus pais havia um mosteiro franciscano. Cheguei a ser um servidor de altar. Sentia-me feliz por ir à missa. Foi a minha mãe [Kata] que me ensinou e encaminhou para a fé. Foi isso que tentei também fazer aos meus dois filhos [Toni e Bruno]", sublinha Zlatko Dalic, de 51 anos, contando que tenta ir à eucaristia todos os domingos.
Zlatko Dalic é natural de Livno, cidade que quando ele nasceu pertencia à Jugoslávia, mas que atualmente faz parte da Bósnia-Herzegovina. Dalic ainda não convive bem com a divisão da Jugoslávia [ocorrida em 1992], não escondendo que gostaria de assistir um dia à união entre a Croácia e a Bósnia-Herzegovina. "Somos demasiado pequenos para estarmos divididos e passarmos o tempo em lutas. Devemos, isso sim, ajudar-nos e apoiar-nos mutuamente, pois só assim conseguiremos ser mais fortes", advoga.
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