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Há vidas que são uma inspiração. A de Alireza Beiranvand é uma delas. O guarda-redes titular da seleção iraniana chegou a ser sem-abrigo, depois de fugir da família nómada que o forçava a trabalhar e não o deixava jogar futebol. "O meu pai dizia-me para trabalhar. Ele até me tirou a roupa e as luvas, joguei sem elas muitas vezes", recordou, ao ‘The Guardian’. O jovem fugiu para a capital Teerão. Trabalhou numa fábrica, em lavagem de carros e a limpar as ruas. Foi treinar a alguns clubes que o rejeitaram, dormia aí ou em casa de companheiros de equipa. "Passei por muitas dificuldades para concretizar o meu sonho, mas não pretendo esquecê-las, porque elas fizeram de mim a pessoa que sou hoje", rematou o guardião de 25 anos.
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