Eduardo tem boas memórias da vida passada no campo

Um dos heróis do Europeu de 2016

Transmontano de gema, Eduardo teve uma vida ligada ao campo. Vida essa que conheceu um revés, quando perdeu o pai ainda em criança. "Tinha 9 anos. Trabalhávamos numa quinta e tivemos um acidente de viação. Na altura, tive irmãos que emigraram, fiquei com a minha mãe e o irmão mais novo", conta. Apesar disso, o guarda-redes recorda com carinho o seu passado. "Trabalhávamos para um senhor numa quinta. Tudo o que tínhamos, vinha da terra. Chamavam-nos muitas vezes para ir apanhar batatas antes de ir para a escola", descreve.

Paulo Battista ainda questionou se Eduardo não procurava escapar a essas tarefas, mas, pelos vistos, não havia hipótese. "Isto não era como agora, que dizem ‘já vou, estou no sofá’. Guardo boas memórias", frisa, antes de voltar a falar do pai. "Ele teria ficado orgulhoso com o meu percurso."

Fato e gravata não encaixam

Como tem sido habitual nas conversas com Paulo Battista, Eduardo desvendou os seus gostos de vestuário. Ou, neste caso, aquilo que não encaixa com o seu estilo. "Foste a primeira pessoa que me puseste de fato. Nunca tinha comprado um na minha vida", disse ao alfaiate. Como futebolista, é obrigado a utilizá-lo em ocasiões especiais, mas evita sempre que pode. Por isso, é natural que o talento para o nó da gravata seja inexistente. "Alguém tem de o fazer por mim. Não sei fazer", revela numa entrevista em que foi também desafiado a experimentar vários chapéus.

'Seleção à medida'
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