Portugal entre o regresso à base e os tridentes

Seleção deverá mudar de tática face ao que mostrou frente à Tunísia no primeiro particular

• Foto: Miguel Barreira

Portugal alinhou em 4x3x3 frente à Tunísia, muito por culpa da ausência de Cristiano Ronaldo, parceiro habitual de André Silva no centro do ataque. Agora, com a Bélgica pela frente, Fernando Santos pode abandonar essa experiência e voltar a apostar no 4x4x2 mais tradicional e que levou a equipa das quinas ao título no Europeu de França. Assim, há uma espécie de ‘duelo’ entre o regresso à base e a formação com os tridentes no meio-campo e no ataque.

Num dos esboços que o engenheiro mostrou durante a semana, o sector intermédio era composto por William Carvalho, João Moutinho, João Mário e Bernardo Silva, no apoio a Gonçalo Guedes e André Silva. Neste caso, Moutinho e Guedes poderiam aproveitar para ganhar mais ritmo, após terem saltado do banco só na 2ª parte contra a Tunísia.

A outra solução ensaiada apresentava um tridente formado por Adrien (lesionado), Bruno Fernandes e Manuel Fernandes, enquanto Quaresma, Guedes e André Silva eram os avançados.

Por Pedro Gonçalo Pinto
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