Quaresma: «Há que pensar jogo a jogo e não já no 'caneco'»

Internacional português fez uma antevisão ao Mundial'2018

• Foto: Miguel Barreira

Ricardo Quaresma garante que os portugueses podem esperar da Seleção Nacional oque esta "sempre fez". Em entrevista à FPF, o avançado do Besiktas abordou a expectativa para o Mundial’2018, tendo deixado ainda uma pequena antevisão em relação ao jogo particular frente à Tunísia da próxima segunda-feira (19H45).

"Podem esperar de nós o que sempre fizemos. Trabalhar, saber sofrer, saber controlar as emoções, porque o Mundial está a chegar e temos de começar a preparar-nos bem psicologicamente e fisicamente também. Estes jogos são importantes para podermos ganhar confiança e chegar ao Mundial da melhor forma possível. Espero que as pessoas nos apoiem, com estádio cheio e connosco a fazer o nosso trabalho, para que todos possam sair felizes. E isso só com uma boa exibição e uma boa vitória", disse o internacional português em relação ao primeiro dos três jogos de preparação (Bélgica e Argélia são os outros adversários).

Questionado em relação aos favoritos a conquistar o título mundial, Quaresma recusa a ideia de Portugal ser um deles: "Temos uma grande Seleção, com jogadores jovens e outros bastantes experientes, mas temos de ter os pés bem assentes. Temos de dar tudo pelo país e pela Seleção. Para chegar a uma final temos de trabalhar muito e pensar primeiro na fase de grupos. Há que pensar jogo a jogo e não já no 'caneco' porque até lá ainda temos um caminho bastante longo para percorrer".

O experiente extremo explica também a importância de ter um bom começo no Mundial: "Temos de pensar no primeiro jogo e esse é importante numa grande competição, ainda para mais com a Espanha. Essa para mim é das seleções que tem a obrigação de chegar à final, por tudo o que já tem vindo a fazer. Estamos prontos a dar tudo o que temos".

Ricardo Quaresma destaca ainda o facto do núcleo duro da Seleção Nacional, campeã europeia em 2016, permanecer ao serviço de Fernando Santos: "No Europeu foi isso que nos levou ao sucesso. Foi o grupo e a entreajuda, porque tivemos fases complicadas. Foi a união que nos levou ao sucesso. Quem vem para este grupo é bem recebido e sente-se à vontade para dar o que tem.

"Vou desfrutar ao máximo do Mundial e dar o melhor para ajudar a Seleção. E sempre pronto para ajudar os mais jovens. Passei por isso e gostei que os mais velhos me ajudassem. Passo para eles tudo o que aprendi e depois, com a qualidade que têm, eles fazem o resto. Sempre que precisarem de mim eu estou lá. Temos jogadores com qualidade e talento que fazem a diferença dentro de campo. Mas o mais importante é a união entre todos. É como uma família: se um estiver mal, os outros vão correr por ele e tentar ajudar a alcançar os nossos objetivos", concluiu.

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