Estar na seleção é "como um remédio" para Seferovic

Avançado reconhece que segunda parte da época no Benfica foi "má"

• Foto: EPA

Depois de uma temporada atípica no Benfica, o avançado Haris Seferovic encara a presença na seleção da Suíça e no Mundial'2018 como uma espécie de "cura" após tudo o que sucedeu nos encarnados. O próprio avançado reconhece que começou bem, mas que a segunda metade da temporada não foi positiva. Ainda assim, de olho na Rússia, o helvético assegura que a época em Portugal já "são águas passadas".

"Dizem que tudo correu mal no Benfica... Eu digo que os primeiros seis meses foram positivos. Joguei, marquei e mostrei o meu futebol. Sabia que a concorrência seria forte num clube deste nível, mas estava preparado para ficar no banco em alguns jogos. Dito isto, os últimos seis meses foram maus. Mas já são águas passadas. Vim para Lugano para construir algo grande com os meus companheiros. Veremos", atirou.

A sensação de alívio por estar na seleção helvética é tal, que Seferovic admite que vestir a camisola do seu país é quase como "um remédio". "Estou feliz por estar de novo na seleção e também em Lugano. Esta equipa conhece-se de coração. Os meus colegas e eu estamos juntos há muito tempo. Vestir esta camisola faz-nos sentir melhor e é também bom encontrar amigos", disse.

Em relação ao Mundial propriamente dito, no qual os helvéticos vão enfrentar o Brasil, Sérvia e Costa Rica, Seferovic fala numa missão complicada. "Falar do nosso grupo não faz muito sentido agora. Sabemos que nos espera uma tarefa complicada e é importante agora concentrarmo-nos no trabalho que temos de fazer no estágio e nos particulares com Espanha e Japão. Apenas depois disso estaremos prontos para o Mundial", acrescentou.

Por Fábio Lima
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