Trabalhava na organização do Mundial'2022, denunciou abuso sexual e foi sujeita a 100 chicotadas

Paola Schietekat, que trabalhava na organização evento, foi acusada de infidelidade

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• Foto: Twitter/Paola Schietekat
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Paola Schietekat, cidadã mexicana que trabalhava em Doha, na organização do Mundial'2022 no Catar, foi acusada de infidelidade e condenada a 100 chicotadas depois de denunciar um caso de agressão sexual da qual foi vítima, segundo a mesma, por parte de "um membro da comunidade latina" no país.

Paola integrava o Comité Supremo do Mundial'2022 e, de acordo com a mesma, o seu "sonho" acabou por se tornar no que menos desejava: um pesadelo. A mexicana ficou com vários ferimentos e foi acusada de ter protagonizado um caso extraconjugal. 

Segundo a 'Marca', o caso acabou por ser arquivado devido a não existirem imagens, e Paola terá afirmado que as autoridades acreditavam que esta mantinha uma relação com o agressor.

De resto, e ainda de acordo com a mesma fonte, os advogados da mexicana ofereceram-lhe uma solução... inacreditável. Casar com o suposto agressor, o que fez com que Paola fugisse do país.

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