Presidente do México garante que "não há risco" para a realização do Mundial

México 'em chamas' após morte de “El Mencho”
• Foto: Armando Solis/AP

A reação violenta dos elementos ligados ao narcotráfico na sequência da morte de ‘El Mencho’, líder do cartel CJNG, numa operação anti-droga deixou um rasto de destruição em várias regiões do México e levantou muitas dúvidas quanto ao Mundial’2026, que vai realizar-se também em várias cidades mexicanas, incluindo Guadalajara, a mais afetada pela violência dos últimos dias. No entanto, a presidente Claudia Sheinbaum assegurou esta terça-feira que a situação está a normalizar e que há “todas as garantias” de segurança para a realização dos jogos tal como estão programados.

“Não há nenhum risco”, frisou a máxima responsável do México. “A detenção de um suspeito de crime com mandado de captura pode gerar este tipo de situação, mas estamos à procura de paz, não de guerra”, frisou, acrescentando que as autoridades policiais estão a trabalhar para repor a segurança.

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Entretanto, um porta-voz da FIFA referiu à Reuters que está a “acompanhar atentamente a situação”, sublinhando: “Continuaremos a seguir as recomendações e decisões das várias agências governamentais, cujo objetivo é garantir a segurança pública e restabelecer a normalidade.”

Recorde-se que Portugal joga um particular na Cidade do México a 28 de março, frente à seleção local. Já Guadalajara recebe também em março o playoff que vai definir o primeiro rival da Seleção Nacional no Mundial, a decidir entre Nova Caledónia, Jamaica e RD Congo.

Por José Angélico
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