Selecionador do Paraguai nega insultos à mãe de Deschamps: «Não descemos a esse nível»

Gustavo Alfaro, selecionador do Paraguai
• Foto: AP

Após o final do Paraguai-França dos oitavos de final do Mundial'2026, marcado por quizílias, Gustavo Alfaro, selecionador do Paraguai, negou que tenha havido insultos dirigidos a Didier Deschamps e à sua mãe a partir do banco.

"Não, não, não, não. Não se pode descer tão baixo no futebol. Pensei que estivesse a falar de discussões entre jogadores. Admiro muito o Didier Deschamps e respeito-o imenso. Claro que houve divergências - como em relação a decisões do VAR, com uma equipa a reclamar um penálti e a outra a dizer que não -, mas não, não, não. Honestamente, pessoalmente, não ouvi nada disso. Não me parece porque conheço a minha equipa técnica: nós não descemos a esse nível. O futebol não é uma guerra. Se eu tivesse ouvido algo desse género, ter-me-ia oposto. Não, não, não... Isso é inaceitável em qualquer circunstância", explicou em conferência de imprensa, citado pelo 'L'Équipe'.

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Antes, também em resposta às perguntas dos jornalistas, o treinador francês disse que dispensava ter ouvido insultos, palavras que foram interpretadas pelos meios de comunicação social franceses e pela comitiva como uma alusão à morte da sua mãe. "Não vou criticar o Paraguai, cada equipa joga como quer, embora passasse bem sem os insultos do banco adversário, especialmente alguns deles", disse Didier Deschamps.

Recorde-se que a mãe de Didier Deschamps morreu poucos dias antes de a França defrontar a Noruega na última partida da fase de grupos do Mundial'2026. O selecionador deslocou-se a França para o funeral, falhando o jogo com os nórdicos (vitória por 4-1 dos gauleses).

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Por Record
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