Há momentos verdadeiramente inesquecíveis e aquilo que aconteceu hoje dificilmente sairá da memória de Troy Parrott. Dias depois de assinar um bis e atirar a seleção portuguesa ao tapete, em Dublin, o avançado irlandês escreveu hoje uma página ainda mais dourada no livro da sua ainda curta carreira de futebolista ao anotar um hat trick na Hungria, dando assim o triunfo à sua seleção por 3-2 e o consequente lugar no playoff de acesso ao Mundial 2026. O último e decisivo golo foi apontado já nos descontos, praticamente no último lance do encontro.
"Estou muito, muito emocionado neste momento. São lágrimas de alegria. Que noite. Que noite", começou por diz Troy Parrott, incapaz de esconder a emoção. "Prefiro que a pressão esteja toda em mim e o que acontecer aconteceu, do que colocá-la sobre os ombros de alguém. Prefiro ser eu a carregá-la. Não consigo acreditar. Sinceramente, não consigo mesmo acreditar [no que aconteceu hoje]. É por isto que amamos o futebol, porque coisas como a que assistimos aqui hoje podem acontecer. Eu amo de onde venho, então isto significa o mundo para mim. A minha família está aqui. É a primeira vez que choro em anos. Não consigo mesmo acreditar. A minha mãe está muito orgulhosa de mim. Estão todos a chorar, como podes ver. Tinha dito contra Portugal que os sonhos eram feitos de noites como aquela, mas o que aconteceu hoje, esta noite... acho que nunca terei uma noite assim em toda a minha vida."
É natural que o seu nome não saia das bocas do mundo nos próximos tempos, mas Troy Parrott não consegue pensar em mais nada a não ser no que acabou de fazer pelo seu país. "É um conto de fadas, é algo que nem tu consegues sonhar. Não tenho palavras para descrever a emoção que sinto neste momento. Acho que todos escreveram que a Irlanda estava de fora [do Mundial] no início do grupo e eu sempre disse que havia sempre uma chance para nós e conseguimos. Todos devem estar orgulhosos do que fizemos. Termos estado por duas vezes em desvantagem no jogo e depois darmos a volta desta forma... é lindo", disse o dianteiro de 23 anos.
Playoff arranca hoje e 12 jogadores que atuam no nosso país vão tentar ajudar as suas seleções a chegar ao Mundial. Procuram juntar-se aos 46 já com ‘reserva’
Administração Trump quer impor medida que abrange ainda cidadãos e jogadores da Argélia, Senegal, Costa do Marfim e Tunísia
Avançado do Arsenal viveu martírio devido às muitas lesões
Avançado do Real Madrid e da França põe os pontos nos i's
Extremo 'explode' nas redes sociais
Antigo treinador de Sporting e Real Madrid tem 77 anos
Incidente deu-se no encontro com Quinta dos Lombos a que o ala assistiu. Jogava o seu filho
Bruno Andrade, extremo do AFC Rushden & Diamonds, é um jogador livre
Obra sobre as epopeias vikings impressa no século XVI
Jovem madeirense só tem 17 anos mas já com lugar na história do desporto português