A crónica do Brasil, 3 - Haiti, 0: A certeza de ser melhor é o antídoto mais eficaz para a ansiedade
Brasil sereno, competente e convincente arrumou na 1.ª parte com Haiti, que diz adeus ao Mundial
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A pressão de retificar a entrada em falso com Marrocos (1-1), em que, mais do que o empate, ficou a imagem pobre deixada pelo escrete, era, além do Haiti, o principal adversário que o Brasil enfrentava. E se um arranque pouco conseguido, diante de uma seleção caribenha que procurou surpreender mudando o desenho tático do habitual 4x3x3 para um 5x4x1 que tapava os caminhos da sua baliza, podia agravar a ansiedade canarinha, a verdade é que a certeza de ser melhor acabou mesmo por colocar os pontos nos ii e resolver sem problema a segunda ronda a favor da seleção do ausente Neymar, do omnipresente Vini Júnior e companhia.
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