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Presidente da FPF enalteceu ainda a relação positiva com FIFA, Espanha e Marrocos
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O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Pedro Proença, destacou esta 3.ª feira que a organização do Mundial'2030 traz "centralidade" a Portugal e enalteceu a "relação positiva" com FIFA, Espanha e Marrocos.
"Os indicadores económicos são muito positivos mas, muito mais que isso, é poder trazer mais uma vez centralidade a Portugal no plano desportivo, na envolvência do turismo e tudo o que significará termos esta coorganização. Neste momento, ainda antes do Campeonato do Mundo, a participação e a nossa relação, não só com a FIFA, mas também com Espanha e Marrocos, tem acontecido de forma positiva", destacou, no âmbito de uma visita de trabalho da Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto à Cidade do Futebol.
Esta entidade reuniu-se com a equipa responsável pela organização portuguesa do Mundial 2030 em futebol em audição realizada na nova ala da Casa dos Atletas, sita no quartel-general da instituição que gere o futebol português, que contou com o secretário-geral da Federação Portuguesa de Futebol e diretor com o pelouro do Mundial de 2030, Rui Pereira Caeiro, o diretor executivo, António Laranjo, o diretor das seleções e da candidatura, Daniel Ribeiro, e o gestor de Relações Internacionais, António Ferreira.
A reunião antecedeu uma receção de boas-vindas organizada por Pedro Proença, que ofereceu camisolas personalizadas da seleção portuguesa de futebol a todos os deputados e dirigentes presentes, entre eles o presidente da comissão, Paulo Cavaleiro.
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"Vai ser muito bom para os anos que vêm a seguir. Focamo-nos muitas vezes muito na competição, no momento e na competição, mas o que fica desta será as pessoas que nos visitaram e vão querer cá voltar. Foi essa a experiência que tivemos no Euro'2004. Acho que o desporto, e o futebol, neste caso, são muito importantes para isso, para trazer pessoas a Portugal -- porque acredito que quanto mais as pessoas nos conhecem, mais quererão cá vir", declarou o dirigente, no final da sessão.
O responsável máximo pela Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto e também deputado eleito na Assembleia da República portuguesa salientou a relevância de reuniões deste teor para a preparação do país para a magnitude do evento que coorganizará em 2030.
"Não temos o problema de ter de fazer estádios, tê-los construídos a tempo, mas temos outro tipo de dinâmicas, sobretudo as que vão acontecer com os adeptos, que vão andar por vários países e ver como isso se pode desenvolver e como nos estamos a preparar para isso. Acho que é uma questão importante ver como o resto do país, que não vai ter estádios, mas vai ter pessoas, se prepara e como podemos envolvê-los nesta dinâmica do Mundial", completou.
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