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Após confrontos entre adeptos num jogo de futebol
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O chefe do Governo militar da Guiné-Conacri, Amadou Oury Bah, considerou esta segunda-feira deploráveis os confrontos de domingo num jogo de futebol no sudeste do país e apelou à calma, através das redes sociais.
"O Governo deplora os incidentes que marcaram o jogo de futebol entre as equipas Labé e N'Zérékoré", declarou o primeiro-ministro Amadou Our, na sua página no Facebook.
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Na mesma comunicação, Amadou Oury, refere que "o Governo está a acompanhar a situação e reitera o apelo à calma para que os serviços hospitalares não sejam impedidos de prestar os primeiros socorros aos feridos", acrescentou, sem dar detalhes sobre o número de vítimas mas comprometendo-se a comunicar com o país "assim que [o Governo] tiver reunido todas as informações relevantes sobre estes infelizes incidentes".
Até ao momento, as autoridades governamentais não divulgaram qualquer número de vítimas, mas fontes médicas estimam que a "debandada mortal" tenha provocado pelo menos 56 mortos.
As circunstâncias que rodearam os confrontos continuam por esclarecer.
"As manifestações de insatisfação com as decisões de arbitragem levaram ao arremesso de pedras por parte dos adeptos, que provocaram debandadas mortais", afirmou o Governo, num comunicado de imprensa difundido na televisão nacional.
De acordo com uma testemunha citada pela agência de notícias France-Presse (AFP), os adeptos contestaram uma decisão do árbitro e invadiram o campo.
Nos vídeos difundidos nas redes sociais e cuja autenticidade a AFP não conseguiu verificar, veem-se numerosos corpos inertes e cenas de grande confusão nas ruas após o eclodir dos confrontos.
De acordo com a imprensa, tratou-se de um jogo dedicado ao chefe da Junta Militar, Mamadi Doumbouya, que chegou ao poder após um golpe de Estado que liderou em setembro de 2021.
Estes torneios de futebol têm proliferado nas últimas semanas na Guiné-Conacri e são vistos como eventos de apoio à possível candidatura do Doumbouya nas próximas eleições presidenciais.
A junta comprometeu-se, inicialmente, sob pressão internacional, a ceder o lugar aos civis eleitos antes do final de 2024, mas quebrou a sua promessa.
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