A "obscuridade" do fora de jogo automático: «Não perguntaremos porquê. É uma máquina»

Vítor dos Santos, professor universitário, diz que "há que acreditar" que sistema de que fala Wenger "foi bem ensinado"

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Futebol 2.0. É esse o 'estranho' que lhe tem batido à porta nos últimos tempos – e que lhe mostrou desde a introdução do vídeo-árbitro ao mais recente método que irá detetar de forma automática um fora de jogo. E a "obscuridade do sistema" poderá ser um 'senão' neste último avanço de que falou Arsène Wenger: porque, afinal de contas, quem terá a ousadia de pedir satisfações a uma máquina?

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