Anonimato, sol e... golfe: os motivos que levaram Bale a escolher o Los Angeles FC

Avançado galês vai mudar-se para os Estados Unidos aos 33 anos

O negócio ainda não foi confirmado pelo Los Angeles FC, mas é dado assente que Gareth Bale vai prosseguir carreira no clube da Major League Soccer. O anúncio foi feito pelo próprio galês nas redes sociais e acabou por surgir com um pouco de surpresa, já que todos esperavam que Bale ficasse na Europa, nomeadamente no País de Gales, onde se dizia que teria a possibilidade de manter a forma no Swansea ou no Cardiff antes do Mundial'2022. Mas, então, o que levou o extremo, a um passo de completar 33 anos, a escolher a MLS? O jornal 'AS' revela alguns dos motivos.

A começar, de referir que a mudança para Los Angeles tem a ver com tudo menos com dinheiro. Pelo menos no que ao salário diz respeito, já que Bale irá auferir apenas 1,5 milhões de euros por ano. Tudo porque o LA FC vai oferecer-lhe um contrato de 'Targeted Allocation Money (TAM)' e não o esperado vínculo de 'Designated Player', que é normalmente dado às estrelas. Feitas as contas, Bale vai passar de ganhar 30 milhões de euros anuais para apenas... 1,5M€!

Mas se não é por dinheiro, pelo que será? De acordo com o 'AS', o primeiro ponto a dar força a esta escolha foi a possibilidade de ter uma vida no 'anonimato', uma vida calma. Sim, Bale é uma estrela do futebol, mas nos Estados Unidos, mais concretamente em Los Angeles, deverá passar totalmente despercebido no meio de tantas estrelas das artes ou dos desportos mais seguidos no país, como o basquetebol.

Em LA também encontrará um clima bastante agradável, com muito sol, nada similar ao que encontraria no seu país natal. E depois, claro, o golfe... Apreciador da modalidade, que tanto problema já lhe deu, o galês encontrará dos melhores campos, como o Riviera, Los Angeles Country Club ou Wilshire Country Club.

Por fim, o aspeto desportivo. Na Major League Soccer o extremo acredita que poderá apurar da melhor forma a sua condição física de olho no Mundial'2022. Não sendo um campeonato de topo, ali poderá exibir as suas qualidades, destacar-se e chegar ao Qatar com o moral em alta.
Por Record
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