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Técnico português lembra que aceita "a troca de ideias de bom grado, mas imposições não"
Duas semanas depois de ter abandonado o Goiás, Armando Evangelista recordou a forma como saiu do clube brasileiro na sequência de um conflito com o presidente, que tentou interferir nas escolha da equipa por parte do treinador português.
"Quando somos contratados para desempenhar determinado papel dentro de um clube, é porque quem contrata acredita naquilo que nós fazemos. Se nos contratam, é para nós tomarmos decisões. É importante que haja conversa, troca de opiniões ou pontos de vista divergentes. Mas é óbvio que a última decisão tem que ser sempre minha. Aceito a troca de ideias de bom grado, mas imposições não. Quem se quer impor, tem que se assumir, ir para a frente da equioa!", lembrou o técnico em entrevista à Rádio Bandeirantes.
Na hora de fazer o balanço da passagem pelo Goiás, onde chegou em junho, já com o campeonato adiantado, Evangelista apontou esse como o principal obstáculo. "Entrámos com o campeonato em andamento, não tivemos possibilidade de escolher o plantel. No mercado de agosto tentámos consertar, de alguma forma, e colocar a equipa o mais competitivo possível. A verdade é que mesmo em termos de contratações houve divergências. Não conseguimos contratar o que pretendíamos e aquilo que nos fez acreditar nesse projeto quando fomos para o Goiás", adiantou.
"Era necessário profissionalizar e criar alguns departamentos dentro do Goiás. Quando trabalhamos com um clube em que a possibilidade de contratar é reduzida, há coisas que temos ter a funcionar muito bem. Uma delas é o departamento de scouting. O Goiás, se não consegue contratar jogadores feitos e de valia, tem que ser o primeiro a chegar àqueles que estão a despontar. Era algo que estávamos à procura de fazer"; acrescentou.
Ainda assim, admitiu que a demissão foi uma surpressa. "De alguma forma, sim. Estava convencido que toda a gente tinha percebido qual era o projeto, qual era a ideia, mesmo em termos de direção, eles tinham percebido que o caminho era aquele. Inclusivamente já tinha tido abordagens para poder continuar, para renovar o meu contrato", revelou.
Quanto ao alegado interesse do Cruzeiro, Armando Evangelista não abriu o jogo. "O que posso dizer é que têm existido algumas abordagens. Por uma questão de respeito, não vou dizer de onde são. Essas abordagens necessitam de análise, para saber qual o melhor passo, para mim e para a minha equipa técnica, para aquilo que pretendemos. Agora, uma coisa é certa, eu penso voltar ao Brasil", concluiu.
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