Pai preso no dia da apresentação no Bayern e mãe como ídolo: Vidal passou fome mas venceu

Internacional chileno passou por infância difícil

"Quando penso na minha infância a primeira coisa que me vem à cabeça é a minha mãe. Como ela lutou, como se dedicou a nós, todo o seu esforço para nos dar algo sem ter nada. Não esqueço o frio que tivemos de suportar, a fome que passámos... Isso dá-me força. Sei que não pode ser pior do que era na altura", as palavras são de Arturo Vidal.

O internacional chileno, um dos ídolos do futebol no seu país, nunca escondeu a infância difícil pela qual passou, os problemas do pai com álcool e drogas - foi preso no mesmo dia em que Vidal foi apresentado como futebolista do Bayern Munique -, e ainda os escândalos que ele próprio protagonizou. Mas Vidal também sempre afirmou que se chegou onde chegou o deve a uma pessoa: a mãe, o seu ídolo. 

"Tinha 14 anos e um dia minha mãe regressou a casa completamente exausta. E eu pensei: 'Isso não pode voltar a acontecer. Tenho que me tornar jogador de futebol de qualquer maneira'. E decidi fazer em cada treino três, quatro, dez vezes mais do que qualquer outro para conseguir tornar-me profissional", afirmou em 2017, numa entrevista ao jornal 'La Tercera'.

"No campo transformo-me, tenho que defender o meu clube, as minhas cores. Sou um guerreiro. Todos sabem que nunca vou parar de lutar, que darei sempre 100 por cento para recuperar uma bola. Não esqueço que o futebol me deu o melhor da vida: ver minha mãe feliz", explicou.


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