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Sepp Blatter quer evitar que se repita o sucedido na final do Mundial’2006, quando a Itália se superiorizou à França no desempate por grandes penalidades, e pretende ver implementadas mudanças, já em 2010, na África do Sul.
“Temos quatro anos para pensar. Talvez se possa repetir a final, em caso de empate, ou ir retirando jogadores no prolongamento e apostar no Golo de Ouro (primeira equipa a marcar, vence). Uma final de um Mundial é paixão; o prolongamento é drama; os penáltis são uma tragédia... O futebol é um jogo de equipa e os penáltis fogem a essa regra, são uma questão individual”, adiantou o suíço, presidente da FIFA. Para além disto, Blatter considerou “imorais” os elevados ordenados pagos aos jogadores, tanto mais que estes contribuem para o aumento do preço dos bilhetes, única forma de os clubes honrarem os compromissos financeiros.
“Os bilhetes devem manter-se acessíveis para aumentar o número de espectadores, já que as televisões pagam menos para transmitir jogos com meia casa”, concluiu.
Abordando os recentes escândalos, Blatter aposta no profissionalismo dos árbitros como única forma de evitar a corrupção: “Antes do Calciocaos, já tinham havido sinais na Alemanha, Brasil, Portugal e República Checa. Fio condutor, a fraqueza dos árbitros. Eles também são humanos. Não tenho uma varinha mágica, mas insisto no profissionalismo. Talvez assim resistam melhor às tentações...”
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