Boca Juniors admite pedir o título de campeão da Libertadores sem jogar

Encontro foi adiado para este domingo devido aos graves incidentes de sábado mas...

O jogo está marcado para as 17 horas na Argentina (20 em Lisboa) deppois dos graves incidentes de sábado mas o Boca Juniors estuda todas as possibilidades e uma é pedir o título mesmo sem jogar.

Sábado à noite já depois do encontro ter sido adiado para este domingo, o presidente do Boca, Daniel Angelici, esteve reunidos com mais alguns dirigentes e equacionaram fazer esse pedido, baseando-se  no artículo 8 do regulamento da Conmebol, que refere que os clubes devem ser responsabilizados por incidentes do género.

En 2015, o Boca Juniors foi desqualificado da Libertadores por causa de um ataque com gás pimenta por parte dos seus adeptos no interior do La Bombonera. Ahora, admitem que possa ocorrer o mesmo face ao que aconteceu no exterior do Monumental.

O tão aguardado River-Boca no El Monumental, marcado para sábado, prometia ser um jogo marcante. Mas o que seria uma festa tornou-se em mais uma página que envergonha o futebol.

Uma série de incidentes antes do superclássico impediu a realização do encontro ontem: o autocarro do Boca foi escoltado por um grande contingente policial (20 motos), mas, à chegada ao estádio, adeptos do River apedrejaram a viatura, partindo os vidros e ferindo alguns jogadores. Até o motorista foi atingido, obrigando a que um dos dirigentes conduzisse o autocarro até à garagem.

O pior foi que a polícia, ao tentar dispersar a multidão com gás pimenta, acabou por levar a que a substância entrasse no autocarro pelos vidros partidos, ficando os xeneizes num estado ainda pior.

À chegada ao balneário, alguns jogadores, como Wanchope Ábila, Cardona, Carlos Tévez e Almendra, terão vomitado, enquanto Pablo Pérez ficou com estilhaços no olho e foi, de pronto, transportado para um hospital. Já Jara sofreu um corte superficial na perna direita.

Festa dentro do autocarro do Boca Juniors rapidamente passou a pânico
Enquanto fora do estádio haviam confrontos entre polícia e adeptos - muitos entraram nas bancadas sem bilhete ou com ingressos falsos -, lá dentro procurava-se uma solução para o problema. Os presidentes do Boca (Daniel Angelici), do River (Rodolfo D’Onofrio), da Conmebol (Alejandro Domínguez) e da FIFA (Gianni Infantino) reuniram-se durante várias horas, com os últimos a pressionar para a realização do clássico. "Os jogadores do Boca sofreram lesões de pele superficiais.

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Devido a esta situação, não existe razão para a suspensão do jogo", referiu a Conmebol. Mas acabou por voltar atrás e adiar para hoje (às 20 horas), provavelmente sem adeptos na bancada por decisão governamental, embora a Conmebol e o River tentem reverter a posição.

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