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Alberto Simango Jr. anunciou que a edição deste ano terá jornadas combinadas para reduzir custos das viagens
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O campeonato moçambicano de futebol vai arrancar em 1 de maio num modelo de combinação de jornadas, mantendo a disputa de todos contra todos e reduzindo os custos da prova, anunciou este sábado a Liga moçambicana de futebol (LMF).
"Gostaríamos de sinalizar que, apesar do arranque do Moçambola ser um pedido da sociedade, a edição deste ano começa com duas semanas de avanço em relação à época passada. Se em 2025 o Moçambola começou a 17 de maio, este ano vai começar a 1 de maio", disse o presidente da LMF, Alberto Simango Jr.
O responsável falava durante o sorteio da edição 2026 do principal campeonato de futebol, o Moçambola, tendo voltado a explicar que as 14 equipas vão disputar num modelo de todos contra todos, mas com jornadas combinadas, assegurando a redução de custos da realização da prova.
Simango apontou para a assinatura de diversos acordos para assegurar a realização do campeonato até ao seu término, destacando o entendimento com as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), transportadora aérea que vai transportar as equipas, garantindo a unidade nacional dentro da competição.
"Igualmente desafiador é o modelo da disputa que adotamos para este ano. Depois de 2025 cheio de desafios financeiros que são o reflexo da contração económica que o país atravessa, decidimos adotar um modelo de disputa de Moçambola com jornadas combinadas", explicou o presidente da Liga.
O presidente da Liga assegurou que este modelo de disputa é transitório, prometendo retomar ao modelo inicial assim que se reunir condições.
"É verdade que no geral o tempo que separa o final do campeonato e o início do outro ainda é longo, mas nós, enquanto direção executiva da Liga moçambicana de futebol, não estamos imunes a preocupações da sociedade e dos nossos associados. Sabemos que os clubes querem estar mais tempo a jogar do que parados, e é por isso que, desejosos de diminuir o tempo de defeso, avançamos com esse sorteio e o arranque do Moçambola mesmo antes da realização da Assembleia Geral", disse Simango Jr.
O presidente da Liga pediu desculpas pela interrupção da edição passada antes do fim: "sabemos que não fazemos futebol para nós, fazemos para as massas, e certamente que sentiram a ausência daqueles jogos que tinham sido programados e que não conseguimos levar até ao fim".
A aposta de Simango é ter um campeonato "muito disputado" e que seja "uma das melhores de África" com os investimentos que estão a ocorrer nos clubes, minimizando os eventuais erros da arbitragem na avaliação global da competição.
Em dezembro, a LMF encerrou a edição após 24 das 26 jornadas previstas, confirmando a União Desportiva do Songo como campeã nacional, num desfecho condicionado por dificuldades financeiras e administrativas.
Em 20 de fevereiro, o presidente da LMF revelou que o Moçambola vai passar a combinar jornadas, para reduzir gastos com a diminuição de 4.000 para 2.300 as viagens aéreas, evitando interrupções da prova como aconteceu no Moçambola de 2025.
Nessa altura, Alberto Simango avançou que esta estratégia visa organizar as deslocações, permitindo que, por exemplo, as equipas que saiam do norte para o sul do país realizem dois ou mais jogos na mesma deslocação, antes de regressarem às respetivas províncias.
A época de 2025 do Moçambola ficou marcada por sucessivos reajustes do calendário e suspensão da competição devido a problemas logísticos e financeiros.
Em julho, a prova foi interrompida por duas semanas devido à indisponibilidade da companhia aérea estatal Linhas Aéreas de Moçambique em assegurar o transporte das equipas, alegando dívidas acumuladas desde 2024, o que obrigou à mobilização de empresas para o seu financiamento.
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